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Categoria de Arquivos: Notícias

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1 dia ago Notícias

Técnicos da Anvisa inspecionam laboratório indiano que produz Covaxin

Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) visitam hoje (1º) a fábrica da empresa Bharat Biotech, na Índia. Realizada a pedido da própria companhia, a inspeção às instalações onde está sendo produzida a vacina Covaxin, contra a covid-19, está prevista para terminar na sexta-feira (5).

Cinco servidores da agência reguladora brasileira avaliarão os padrões de produção da matéria-prima usada na elaboração do imunizante e da própria vacina. Os técnicos vão analisar os procedimentos de armazenamento, os processos de trabalho, entre outros critérios de controle de qualidade, cuja observância é necessária para que a Anvisa conceda ao laboratório farmacêutico o Certificado de Boas Práticas de Fabricação – documento que a agência emite aos fabricantes de medicamentos, produtos para a saúde, cosméticos, perfumes, produtos de higiene pessoal, saneantes e insumos farmacêuticos do Brasil e de outros países que cumprem os procedimentos e práticas estabelecidos pela instituição.

A Bharat Biotech ainda não pediu à Anvisa autorização para realização de estudos clínicos da Covaxin no Brasil, nem o registro de uso emergencial da vacina no país. Apesar disso, na última quinta-feira (25), o Ministério da Saúde assinou um contrato para comprar 20 milhões de doses do imunizante produzido pelo laboratório.

O contrato assinado com a Precisa Medicamentos, responsável por importar a Covaxin no Brasil, está orçado em R$ 1,614 bilhão. E prevê a entrega dos medicamentos de maneira escalonada, entre os meses de março (quando o país receberia os primeiros 8 milhões de doses) e maio deste ano.

Fonte: Agência Brasil

 

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7 dias ago Notícias

Novas doses da vacina de Oxford/AstraZeneca já estão na Fiocruz

Imunizante passa agora por processos de análise para liberação.

A remessa de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 já está no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) onde irá passar por conferência de temperatura e integridade da carga, receber etiquetas com informações em português e ter amostras encaminhadas para análise de protocolo e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz).

O processo ocorrerá ao longo desta terça-feira (23), e a previsão é que as doses estejam prontas ainda na madrugada desta quarta-feira (24). Após esse processo, elas serão entregues ao Ministério da Saúde.

O avião com o imunizante vindo do Instituto Serum, na Índia, aterrizou nesta manhã no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

O material já veio pronto para ser aplicado e será apenas rotulado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A importação de doses prontas é uma estratégia paralela à produção de imunizantes a partir da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para acelerar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19.

Mais 8 milhões de doses estão previstas pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum, mas ainda não há data prevista para o recebimento. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

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4 semanas ago Notícias

Vacinas contra covid: OMS promete ao Brasil até 14 milhões de doses a partir de fevereiro; entenda

Segundo a pasta, a estimativa para o envio dos imunizantes foi recebida por meio de uma carta da aliança internacional ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). A Covax Facility é definida como uma ação que tem o objetivo de difundir a distribuição justa e igualitária das vacinas contra a covid-19. A iniciativa define que a imunização mundial contra o novo coronavírus é uma corrida na qual “ninguém ganha até que todos ganhem”.

O consórcio global de compartilhamento de vacinas reúne cerca de 190 países. Desses, 92 são considerados de baixa ou média renda (como Afeganistão, Etiópia, Haiti).

Por meio da iniciativa, os recursos destinados pelos países mais ricos, que têm maior poder nas negociações com as empresas farmacêuticas, apoiam aqueles em maior situação de vulnerabilidade.

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No consórcio, a expectativa é de que o Brasil receba 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até o fim de 2021. De acordo com o Ministério da Saúde, essa quantidade é suficiente para imunizar 10% da população brasileira, “com distribuição de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19”.

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O Brasil consta na aliança como uma economia com “autofinanciamento potencial”, que reúne cerca de 80 países. A expectativa é de que o país pague cerca de R$ 2,5 bilhões, em diferentes parcelas, para ter acesso às vacinas e auxiliar outros países por meio da Covax Facility.

A aliança Covax

Diante da corrida mundial pela vacinação, especialistas ressaltam a importância da Covax Facility, por ser uma iniciativa que tem o objetivo de distribuir de modo igualitário o imunizante.

Vice-diretor da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), braço da OMS para as Américas, Jarbas Barbosa informou, no sábado (30/01), que a Covax iniciaria as entregas das vacinas aos países que fazem parte da iniciativa em meados de fevereiro.

“Para os países das Américas que participam do mecanismo, todos com exceção dos EUA, serão entregues entre 35,3 milhões a 52,9 milhões de doses. Para o Brasil, nossa estimativa é de entregar entre 10,6 milhões e 14,2 milhões de doses nessa primeira fase. A partir daí, serão entregas mensais até alcançar o percentual da população que cada país solicitou”, escreveu em uma publicação em seu perfil no Facebook.

Brasil já vacinou 2 milhões de pessoas contra a covid-19. Especialistas afirmam que ritmo de imunização tem sido lento

De acordo com a OMS, atualmente há um acordo de compra de 150 milhões de doses da vacina de Oxford e da AstraZeneca e 40 milhões de doses da vacina produzida pela Pfizer e BioNTech.

Posteriormente, outros imunizantes também deverão fazer parte da aliança — a expectativa é distribuir, ao menos, 2 bilhões de doses até o fim deste ano, sendo mais da metade delas aos países mais pobres por terem dificuldades para adquirir o imunizante diretamente com os laboratórios.

As doses que o Brasil receberá por meio da aliança serão da vacina da Oxford-AstraZeneca. O imunizante teve registro emergencial das 2 milhões de doses que já chegaram ao Brasil aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na última sexta-feira (29/01), foi feito pedido de registro definitivo da vacina à agência, que informou que irá analisá-lo.

Segundo o site de notícias G1, a agência informou que a necessidade de um novo pedido de registro das vacinas enviadas pela Covax depende do local de produção e da forma de apresentação das doses.

Se essas enviadas pela Covax ao Brasil vierem do mesmo laboratório da Índia, que produziu as aprovadas emergencialmente, a agência poderá “ampliar” a autorização para uso, como ocorreu em relação a um segundo lote da Coronavac. No entanto, se forem produzidas em outro laboratório, deverão passar por um novo pedido de registro emergencial.

Acordos bilaterais

Além da Covax, o Ministério da Saúde ressalta que fez acordos com empresas para obter doses de vacinas contra o novo coronavírus. Em nota, pontua que firmou parceria diretamente com a AstraZeneca e a Universidade de Oxford, por meio da Fundação Oswaldo Cruz/BioManguinhos, e com a empresa Sinovac e o Instituto Butantan para distribuição da CoronaVac.

Até este domingo (31/01), o Brasil já havia vacinado 2 milhões de pessoas. O país possui, até o momento, 12,8 milhões de doses de vacinas para enfrentar a pandemia — 10 milhões da CoronaVac e 2 milhões da Oxford-AstraZeneca.

Mas especialistas têm alertado que dificuldades relacionadas a insumos para a produção no país, em meio ao cenário de corrida mundial pela imunização, podem interromper a vacinação no Brasil por certo período.

Especialistas têm criticado o ritmo da vacinação no país.

Para eles, os números atuais de imunização no Brasil estão abaixo das expectativas e da capacidade do sistema de saúde.

“O ritmo de vacinação no país está simplesmente péssimo. Nós já deveríamos ter utilizado pelo menos todo esse primeiro lote de 6 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan e da Sinovac”, disse o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista à BBC News Brasil.

Em resposta às críticas, o Ministério da Saúde alega que o plano de vacinação é dinâmico e pode sofrer ajustes necessários nas fases de distribuição das vacinas, “considerando a indicação de uso apresentada pelo fabricante, o quantitativo de doses entregues e os públicos prioritários já definidos”.

Incertezas sobre patamar de imunidade coletiva ampliam questionamentos sobre a volta ao “antigo normal”

A imunização em larga escala permite proteger toda a comunidade, mesmo aquelas pessoas que, por um motivo ou outro, não podem tomar as doses. Esse fenômeno é conhecido popularmente como imunidade de rebanho, embora os cientistas prefiram o termo imunidade coletiva.

Ainda não se sabe ao certo qual é a porcentagem de vacinação necessária para atingir a imunidade de rebanho contra a covid-19.

Atualmente, os cientistas calculam que essa taxa deve ficar entre 70% e 90%.

Se considerarmos que a campanha começou no Brasil há 12 dias e, de acordo com Our World Data (da Universidade de Oxford), 1,45 milhão de brasileiros receberam a primeira dose até quinta-feira (28/1), isso dá uma média de 120 mil pessoas vacinadas por dia.

Se precisarmos imunizar até 90% da população para eventualmente atingir a imunidade coletiva, no Brasil esse total corresponde a 188,5 milhões de pessoas vacinadas.

Mas, se continuarmos no ritmo atual de 94 mil doses por dia, demoraremos 1.570 dias (ou pouco mais de quatro anos) para atingir o limiar de 90%.

A epidemiologista Carla Domingues, que foi coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde por quase dez anos (2011-2019), afirma que o Brasil tem total capacidade de acelerar seu plano e vacinar um número bem maior de pessoas contra a covid-19.

“Nas campanhas de vacinação contra a gripe, que acontecem todos os anos, nós conseguimos imunizar 80 milhões de brasileiros em apenas 90 dias”, compara.

Domingues acrescenta que o país tem cerca de 30 mil profissionais de saúde contratados para fazer a vacinação. “Cada um deles consegue atender de 20 a 30 pessoas por dia. Portanto, não é exagero dizer que podemos imunizar 900 mil ou até 1 milhão de indivíduos no país diariamente.”

 

Fonte: BBC

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1 mês ago Notícias

Coronavírus: Brasil passa de 1 milhão de vacinados

Em proporção, São Paulo vacinou menos que a média nacional.

Nesta quarta-feira, 27, o Brasil já tem mais de um milhão de doses aplicadas da vacina contra o coronavírus. No total, são 1.107.331 aplicações. A quantidade corresponde a 5.229 doses por milhão de habitantes. A informação foi revelada pelo CoronavírusBRBot — iniciativa que compila dados de todas as Secretarias de Saúde dos Estados brasileiros sobre a pandemia.

Apesar de ter sido o Estado que mais aplicou doses da vacina, a população de São Paulo não é a mais vacinada do país. Os paulistas fizeram 4.439 aplicações por milhão de habitantes, número que os colocam abaixo da média nacional e na 17ª posição do ranking da vacinação em proporção à quantidade de habitantes no Brasil. Em primeiro lugar está Alagoas com 9.980.

Fonte: Revista Oeste

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1 mês ago Notícias

Profissionais de Atendimento Particular do Serviço de Saúde do Amazonas Querem Ter Igualdade a Vacina Contra Covid-19

O SINESSAM- Sindicato dos Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado do Amazonas publicou uma Carta Aberta em seu site para alertar as autoridades, municipal e estadual, sobre a possível falta de igualdade na vacinação dos profissionais de saúde da linha de frente ao combate a Covid-19, que trabalham nos estabelecimentos de saúde privados.
Até o momento, somente os profissionais da saúde pública tiveram acesso a vacina (que foi suspensa nesta quinta-feira para averiguação de possível esquema de fura fila) o que tem gerado indignação do setor privado, visto que milhares de profissionais estão enfrentando as mesmas situações, preocupações, frustrações e as pequenas alegrias do dia a dia.
O Estado do Amazonas conta com mais de 500 mil usuários de planos de saúde, que utilizam os serviços de todos os estabelecimentos e neste momento, os Hospitais privados são os mais demandados, sofrendo também com falta de oxigênio, materiais, medicamentos e super lotação de leitos.
Obrigando-os a tomar medidas extremas, fechando Prontos Socorros, transferindo pacientes para outros estados etc..
“Neste momento queremos garantir o direito a vacina contra a Covid-19 também aos profissionais do setor privado, para que possamos continuar na linha de frente para ajudar a população a vencer esta pandemia”, explica o presidente do sindicato Adriano Terrazas.
O SINESSAM aguarda o parecer do Município e do Estado para que a situação seja resolvida prontamente.
Fonte: Sindicato dos Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado do Amazonas – SINESSAM
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1 mês ago Notícias

Vacina da Oxford: Fiocruz pode começar produção no começo de fevereiro

A fundação estima entregar 210 milhões de doses da vacina para o ministério da Saúde no decorrer de 2021.

Nísia Trindade, a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revelou que, no dia 8 de fevereiro, a entidade deve receber a primeira carga com o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). A entrega irá viabilizar, no Brasil, o inicio da produção do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca — o instituto brasileiro tentou antecipar o recebimento do insumo para o mês de janeiro. A fundação estima entregar 210 milhões de doses da vacina para o ministério da Saúde no decorrer de 2021.

Em decorrência do atraso no cronograma de fabricação, Nísia informou que a Fiocruz está negociando a entrega contratual de 15 milhões de doses prontas do produto com a AstraZeneca que, provavelmente, serão feitas pelo Instituto Serum, na Índia. O primeiro lote com 2 milhões de vacinas aprovadas para uso emergencial no Brasil também foi feito pela empresa indiana.

“[Receberemos o IFA] por volta do dia 8“, disse Nísia. “Estamos trabalhando com a possibilidade junto a AstraZeneca de doses prontas de vacinas até que esse gap [no fornecimento] possa ser superado.”

 

Revista Oeste

 

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1 mês ago Notícias

Para diminuir dependência da China, Brasil negocia com outros países compra de insumos para vacina contra Covid-19

BRASÍLIA — O assessor para assuntos internacionais do Palácio do Planalto, Filipe Martins, afirmou nesta quarta-feira, em entrevista à “Rede TV”, que o governo brasileiro negocia com outros países fornecedores de insumo para a fabricação da vacina CoronaVac, para que o Brasil não dependa apenas da China. Segundo Martins, ao mesmo tempo, o embaixador do Brasil em Pequim, Paulo Estivallet, tem mantido contato direto com o chanceler chinês, Wang Yi, e o presidente Jair Bolsonaro deve telefonar para o presidente daquele país, Xi Jinping, com o mesmo objetivo, nos próximos dias.

— Posso garantir a investidores e consumidores que fiquem tranquilos. Também teremos insumos de outros países. A negociação está bastante avançada — disse o assessor de Bolsonaro, sem revelar os nomes dos países e quando será feito o telefonema de Bolsonaro ao líder chinês.

Para Martins, o que se vê, atualmente, é “um grande alarde em torno de nada“. Segundo ele, o chanceler chinês explicou que a oferta de insumos não atende a demanda mundial pelos produtos e que o problema na liberação das exportações pelas autoridades chinesas não é político.

— Nosso embaixador em Pequim esteve na chancelaria chinesa, foi recebido no mesmo dia e o chanceler garantiu que não há problema ´político. O que está havendo é um desembaraço interno, mas parceiros como o Brasil serão priorizados — afirmou.

Perguntado se a postura agressiva do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em relação ao embaixador chinês em Brasília, Yang Wanming — em duas ocasiões, Araújo foi duro com o diplomata chinês em impasses com o deputado Eduardo Bolsonaro —não atrapalharia as negociações, Martins desconversou.

— Ernesto Araújo não precisa ir ao embaixador chinês, quando estamos falando diretamente com o chanceler daquele país. Mas é possível que ocorra um telefonema do presidente Bolsonaro a Xi Jinping.

O assessor palaciano criticou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por ter se reunido com o embaixador chinês nesta quarta-feira. Para ele, Maia desrespeitou e invadiu as competências do Executivo.

— A questão dos insumos não está relacionada com a política, dizem os técnicos do Butantã. Mas Dória (João Dória, governador de São Paulo) e Maia tentam atacar o Ernesto Araújo e criam uma sensação de pânico, dizendo que o Brasil ficará isolado —destacou Martins.

O GLOBO

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1 mês ago Notícias

Vacinação contra covid-19 começa ainda hoje nos estados, diz Pazuello

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (18) que a vacinação contra o novo coronavírus começará nos estados ainda nesta segunda-feira. Ele disse que a previsão é que a distribuição das doses da vacina com uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) ocorra até as 14 horas de hoje, e que as primeiras aplicações sejam feitas até as 17 horas.

Ao lado de governadores, Pazuello participou, nesta manhã, do ato simbólico de entrega de 4,6 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. As vacinas serão transportadas por via aérea para o Distrito Federal e as capitais de dez estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Também há previsão de distribuição de vacinas por via terrestre.

Segundo o ministro, o Instituto Butantan receberá um ofício pedindo celeridade no envio da autorização à Anvisa para a produção de mais dois milhões de doses da CoronaVac. A documentação deve ser analisada até 31 de março.

Ele reforçou que os primeiros a receber as doses da vacina serão  integrantes do grupo prioritário: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Pazuello destacou, ainda, que os cuidados com uso de máscara e álcool em gel não podem ser deixados de lado. “A vacina não determina o fim das medidas protetivas”, disse.

Fonte: Agência Brasil

 

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2 meses ago Notícias

Japão detecta nova variante de coronavírus em viajantes do Brasil

O Ministério da Saúde do Japão divulgou neste domingo (10) ter detectado uma nova variante do coronavírus em quatro viajantes que estiveram no Brasil, no estado do Amazonas, e retornaram ao Japão em 2 de janeiro. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde brasileiro, que disse ter sido notificado ontem (9) pelo governo japonês.

A infecção dos viajantes foi detectada ainda no aeroporto de Haneda, em Tóquio. O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão (NIID, na sigla em inglês) analisou as amostras colhidas dos pacientes e confirmou tratar-se de uma nova cepa da doença, diferente de duas outras já identificadas no Reino Unido e na África do Sul e que se mostraram altamente infecciosas.

“No momento, não há provas de que a nova variante encontrada nos brasileiros seja altamente infecciosa”, disse Takaji Wakita, diretor do instituto japonês, no comunicado. O governo japonês disse que também investiga se as vacinas disponíveis são eficazes contra a nova variante do coronavírus.

Doze mutações

O Ministério da Saúde do Brasil informou em nota que, segundo as autoridades japonesas, a nova variante possui 12 mutações, sendo que uma delas é a mesma encontrada nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul, “o que implica em maior potencial de transmissão do vírus”, diz o texto.

“Não há, no entanto, nenhuma evidência científica que aponte impacto na efetividade do diagnóstico laboratorial ou das vacinas em estudo atualmente contra a Covid-19”, disse o governo brasileiro.

Segundo o comunicado do Ministério da Saúde japonês, dos quatro viajantes provenientes do Brasil, há um homem na casa dos 40 anos que teve problemas para respirar, uma mulher na casa dos 30 que teve dor de cabeça e garganta, um adolescente que teve febre, e uma adolescente assintomática.

Rastreamento

No Brasil, o Ministério da Saúde disse ter pedido ao governo japonês os dados sobre a nacionalidade dos viajantes e locais de deslocamento no Brasil para rastreamento de potenciais contatos.

A pasta acrescentou ter comunicado aos centros de vigilância em todo o país sobre a nova mutação e preparado uma nota técnica abordando o diagnóstico molecular de variantes do coronavírus na rede de saúde. O Instituto Evandro Chagas deve receber amostras e realizar o sequenciamento genético da nova variante, diz a nota do Ministério da Saúde.

O Japão identificou a nova variante do coronavírus no momento em que vive um salto nos casos de infecções e mortes. Na última quinta-feira (7), o país decretou um novo estado de emergência sanitária em Tóquio, a menos de 200 dias da data marcada para a abertura dos Jogos Olímpicos na cidade.

 

Bahia e São Paulo

Novas variantes do coronavírus já foram identificadas em estados como São Paulo e Bahia, onde uma paciente tornou-se a primeira a ser reinfectada com a variante E484K, originalmente encontrada na África do Sul. De acordo com o comunicado do governo japonês, a variante recém encontrada possui mutação semelhante à encontrada na variante africana.

O NIID alertou que a mutação E484, também identificada na variante proveniente do Brasil, tem o potencial de afetar a capacidade de alguns anticorpos neutralizarem o vírus. Esse tipo de mutação ocorre no spike, região do vírus que primeiro entra em contato com a célula humana.

 

Fonte: Agencia Brasil

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2 meses ago Notícias

Anvisa divulga nota técnica sobre pós-vacinação em clínicas privadas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou no dia 06/01/2021, em Brasília, uma nota técnica sobre o acompanhamento de efeitos adversos em quem se vacina em clínicas privadas.

Segundo a Anvisa, a nota técnica é válida para qualquer vacina, mas logo na introdução do documento a agência destaca o desenvolvimento célere de tratamentos e vacinas para covid-19 como principal desafio sanitário que motivou a publicação.

O documento foi publicado dois dias depois de a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC), que representa o setor privado, confirmar a negociação para a compra de 5 milhões de doses de uma vacina contra covid-19 produzida na Índia.

A busca do setor privado pela compra de vacina contra a covid-19 causou polêmica devido ao receio de que a rede privada de saúde possa ter um imunizante disponível antes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Orientações

Pelo texto da nota técnica, “as autoridades sanitárias e os serviços de saúde devem prezar pelo monitoramento destes medicamentos para verificar a sua segurança e efetividade, principalmente no que tange a vacinas, as quais têm o potencial de serem utilizadas em larga escala para a imunização de toda a população brasileira”.

Nas orientações às clínicas privadas, a Anvisa frisa que, para cumprir a legislação, todos os estabelecimentos devem criar um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), visando acompanhar todos os vacinados e monitorar quaisquer incidentes e efeitos adversos após a vacinação.

A nota orienta que “a notificação dos eventos adversos deve ser realizada mensalmente, até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente ao mês de vigilância, por meio das ferramentas eletrônicas disponibilizadas pela Anvisa, sendo que os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em até 72 (setenta e duas) horas a partir do ocorrido”.

Todas as informações devem ser inseridas num sistema chamado VigiMed, versão brasileira do sistema VigiFlow, disponibilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A agência orienta as vigilâncias sanitárias locais a fiscalizar se as clínicas privadas estão devidamente cadastradas e alimentando o sistema.

 

Fonte: Agencia Brasil

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