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Monthly Archives: novembro 2019

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1 ano ago Notícias

Certificação de dispositivos sem fio na área médica tem processo de avaliação obrigatória

É preciso assegurar que as emissões de campo magnético e os sinais de radiofrequência estejam dentro dos limites estabelecidos pela legislação vigente

A conectividade chegou à área médica para ficar. Dispositivos sem fio se tornaram parceiros dos especialistas da saúde, conquistando papel vital na evolução da qualidade de serviços assistenciais hospitalares – seja no acesso às informações críticas que não podem esperar, quanto no suporte ao monitoramento das condições clínicas do paciente, em conjunto com equipamentos médicos. Tão importante quanto contar com esses recursos é assegurar sua certificação, em linha com o estabelecido pelas regulações vigentes no país.

Segundo o auditor da TÜV Rheinland, Dalmo Terra, a certificação de dispositivos sem fio na área médica é um processo de avaliação obrigatória que compreende o atendimento combinado a regulações de diferentes competências. Uma delas diz respeito ao registro de produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde a submissão de cadastro até alterações documentais, bem como a Nota Técnica Orientativa nº 002/2018/GQUIP/GGTPS do órgão público, que trata dos requisitos de segurança da telecomunicação dos dispositivos médicos.

No caso dos dispositivos eletromédicos, além da Resolução nº 680/2017 da Anatel, que estabelece o Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, outro cuidado é assegurar é que tanto as emissões de campo magnético quanto os sinais de radiofrequência desses produtos estejam dentro dos limites estabelecidos pela norma ABNT NBR IEC 60601-1-2, que passa a ser compulsória em nova versão a partir de primeiro de dezembro de 2019.

“No âmbito dos dispositivos sem fio utilizados na medicina, a utilização segura, a qualidade do produto e a estabilidade de desempenho representam cuidados ainda mais prioritários, por se tratar de um valor agregado que envolve a vida e a saúde de pessoas. Nesse sentido, utilizamos nossa expertise global nos procedimentos de avaliação realizados no Brasil, a fim de atestar que esses equipamentos estejam devidamente certificados e sejam seguros para pacientes e equipe médica”, afirma Dalmo.

Nesse contexto, as autorizações emitidas pela TÜV Rheinland com foco na certificação de dispositivos médicos sem fio contribuem com a evolução da assistência médica no país. “Colaborar com o aumento da confiabilidade dos produtos e com a garantia do seu pleno acesso ao mercado são alguns dos referenciais dos serviços que provemos com foco em consolidar padrões de qualidade cada vez mais elevados ao setor da saúde”, finaliza Dalmo.

 

Fonte: Saude Bunisess

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1 ano ago Notícias

Programa brasileiro de qualidade em diagnóstico por imagem é destaque no maior congresso internacional do segmento

Os resultados de três anos de pesquisa do principal programa brasileiro de qualidade em diagnóstico por imagem serão apresentados no maior evento internacional de radiologia, a 105ª edição do encontro anual da Sociedade de Radiologia da América do Norte (RSNA), que acontece entre os dias 1º e 6 de dezembro, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. Estarão reunidos médicos e especialistas da área vindos de mais de 130 países e de centros de saúde renomados mundialmente, entre eles os representantes do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), que apresentarão um estudo sobre o Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem (PADI) da instituição.

Segundo o dr. Luciano Chala, coordenador da Comissão de Acreditação em Diagnóstico por Imagem do CBR e um dos autores do trabalho, o objetivo é apresentar à comunidade internacional os resultados do PADI, além de reforçar o grande benefício social que o programa oferece ao certificar os serviços de diagnóstico por imagem no Brasil quanto à qualidade e segurança. Nesses três anos de implementação, o PADI já acreditou cerca de 30 serviços de radiologia públicos e privados no país.

“Expor nosso programa de acreditação no maior evento internacional da área dá visibilidade à ação do CBR e demonstra o compromisso e a preocupação do colégio com a qualidade do atendimento, a segurança e a confiabilidade dos serviços de diagnóstico por imagem no país. Além disso, permite que essa comunidade, ao tomar conhecimento do programa, possa, eventualmente, contribuir com sugestões e melhorias”, afirma Chala.

Além da apresentação de trabalhos científicos, a programação do RSNA 2019 contará com atividades que incluem dezenas de palestras sobre novidades do setor de imagem diagnóstica e fórum sobre as últimas inovações por parte de profissionais e da indústria médica. Para obter mais informações e saber como participar, acesse o site.

Conheça o Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem (PADI)

O Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem (PADI) foi criado e reconhecido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em julho de 2016, com o objetivo de qualificar os serviços de radiologia, públicos ou privados, por meio de avaliações criteriosas em relação ao cumprimento de requisitos de qualidade, segurança e sustentabilidade. A certificação leva em conta a análise técnica dos exames feitos pelos serviços participantes, realizada pelas comissões de especialidades médicas, que precede a auditoria in loco. Além disso, o programa é reconhecido pela International Society for Quality in Healthcare (ISQua®), a única organização mundial a certificar as demais empresas acreditadoras, presente em mais de cem países, nos cinco continentes.

Saiba mais sobre o CBR

O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) é uma entidade sem fins lucrativos que representa oficialmente os médicos da especialidade no Brasil. Fundado em 1948, o colégio conta com 27 sociedades regionais filiadas, distribuídas em todo o território nacional. Os objetivos do CBR são: representar e defender a especialidade, difundir conhecimento científico e estimular ensino e aperfeiçoamento profissional, além de desenvolver ações que visem à garantia da qualidade dos métodos e procedimentos de imagem diagnóstica e terapêutica. A sede do CBR fica na Avenida Paulista, 37/7º andar, Centro, São Paulo/SP.

Fonte: Saude Bunisses

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1 ano ago Notícias

Associação Paulista de Medicina combate fraudes com atestados digitais

A Associação Paulista de Medicina (APM) oferece a médicos, hospitais e órgãos públicos, entre outros, um novo conceito de segurança digital para a medicina. Com base em sua experiência de produzir formulários de atestados aos médicos do Estado de São Paulo desde 1950, adota, desde 2012, atestados médicos e de saúde ocupacional.

A inovação beneficia inclusive pacientes, estabelecimentos de saúde, empresas públicas e privadas, pois diminui o risco de os profissionais serem vítimas de fraudadores, além de assegurar que os atestados foram realmente emitidos por médicos e contêm informações verídicas.

Para o diretor de Previdência e Mutualismo da APM, Paulo Tadeu Falanghe, “havia carência deste tipo de iniciativa; que vem preencher uma lacuna por ser um documento inteligente, que ajuda a controlar o uso pelos médicos, clientes e empresas.”

Vale destacar que, entre as infrações mais comuns nos sistemas de saúde de todo o mundo estão a falsificação de recibos de consultas, exames e cirurgias e o superfaturamento de procedimentos hospitalares, sendo as falsificações de atestados médicos muito comuns no Brasil. Frequentemente, há detenções em diversas cidades por conta de atestados médicos falsificados.

Vantagens

Do ponto de vista dos médicos e estabelecimentos de saúde, o atestado digital diminui o risco de profissionais e instituições terem seus nomes e registros associados a falsificações.

Para as empresas, garante segurança quanto à veracidade das informações, o que pode evitar afastamentos desnecessários de funcionários e os consequentes prejuízos.

Em relação aos pacientes, evita contestações sobre o seu estado de saúde e a necessidade de afastamento do trabalho. Também permite a impressão do documento à distância.

Com isso, o atestado digital da APM é solução para um dos problemas mais recorrentes do país: as fraudes. São frequentes no noticiário flagrantes de falsos atestados em papel vendidos no mercado paralelo, supostamente carimbados e assinados, com conteúdo em branco.

A receptividade das versões digitais é muito boa e a expectativa a melhor possível.

“São fáceis de usar, diminuem burocracia e custos. A segurança da tecnologia confere confiabilidade e credibilidade ao produto. Sem falar que já temos o atestado em aplicativo, o que facilita ainda mais a vida do médico”, avalia Falangue.

Como funciona

Os atestados podem ser adquiridos por médicos (pessoa física ou jurídica), clínicas, hospitais e empresas. Há diversos modelos, que inclusive podem ser personalizados com a inserção de marcas das instituições.

Para emiti-los, os profissionais precisam do e-CPF ou e-CNPJ, disponíveis pela APM com desconto aos associados. Cada atestado digital gera uma combinação de números única, que assegura sua autenticidade e impossibilita qualquer alteração posterior das informações ali contidas.

A ferramenta para confirmar a veracidade dos atestados digitais também fica no portal da APM. Ainda é possível imprimi-los para anexar em fichas médicas ou trabalhistas.

“Cada documento possui certificação digital própria. A partir do momento em que o atestado é emitido para o paciente, tudo o que o médico registrou ali é assinado com esta certificação. Posteriormente, o atestado impresso pode ser comparado à versão digital disponível no site”, explica Paulo Falanghe.

Responsabilidade social

Historicamente, os recursos advindos da venda de atestados médicos pela APM, entidade sem fins lucrativos, possibilitam à entidade auxiliar médicos e famílias de médicos em situações de fragilidade, causadas por doenças, lesões ou falecimentos. Com as versões digitais, isso também se aplica. O benefício a dezenas de pessoas está mantido, como ação de responsabilidade social da Associação.

Fonte: Medicina S/A

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1 ano ago Notícias

Internet pode ajudar pacientes e médicos em diagnóstico de doenças raras

O advento da internet trouxe uma série de benefícios, como o encurtamento de distâncias e o acesso a uma infinidade de informações que podem ser acessadas em questão de segundos. O mundo on-line também tem ajudado a área médica. Aplicativos e sites especializados auxiliamContinua depois da publicidade

pacientes durante o tratamento e permitem aos médicos compartilhar  informações, o que pode, por exemplo,  ajudar em diagnósticos mais complexos. Uma pesquisa americana mostra as vantagens dessas facilidades, mas alerta sobre a necessidade de se ter extremo cuidado ao buscar esse tipo de auxílio nas redes virtuais.

No caso da suspeita de doenças raras, a ajuda pode ser bastante estratégica, mostra um estudo da Wake Forest Faculdade de Medicina. Anthony J. Bleyer, um dos autores do estudo e professor de nefrologia da instituição estadunidense, explica que as doenças raras, especialmente as hereditárias, geralmente não são diagnosticadas corretamente por médicos da atenção básica e até mesmo por especialistas.

É comum ainda o fato de o profissional especializado estar longe, em grandes centros médicos e/ou urbanos. “Embora as pesquisas on-line frequentemente falhem em fornecer informações relevantes ou corretas sobre a saúde, a internet oferece às pessoas com doenças raras uma maneira de encontrar os raros especialistas interessados em uma condição específica e de obter informações precisas”, explica o cientista.

No estudo, publicado na revista especializada Genetics in Medicine, Bleyer e sua equipe analisaram 665 encaminhamentos médicos feitos de 1996 a 2017 para o  centro de pesquisa da Wake Forest School of Medicine especializado em doença renal tubulointersticial autossômica (ADTKD, em inglês). A condição hereditária faz com que,  gradualmente, os rins parem de funcionar.

Entre os encaminhamentos, 40% haviam sido feitos por prestadores de cuidados de saúde de centros médicos acadêmicos, 33%, por profissionais não acadêmicos e 27% dos casos eram indivíduos ou familiares preocupados que entraram em contato com o centro diretamente através do site, sem orientação ou assistência de um profissional de saúde.

Os resultados dos testes genéticos foram positivos (indicando a presença de ADTKD) em 27% dos casos encaminhados pelos centros acadêmicos, em 25% dos encaminhados por prestadores não acadêmicos e em 24% dos que entraram em contato diretamente com o centro especializado.

“As porcentagens semelhantes indicam que a busca ativa do autodiagnóstico usando a internet pode ser bem-sucedida”, avalia Bleyer. “Um quarto das pessoas com ADTKD foram diagnosticadas como resultado do contato direto com o centro. Isso representa 42 famílias e 116 indivíduos que, de outra forma, não seriam diagnosticados se não tivessem entrado em contato conosco.”

Cuidados

Uma das limitações do estudo é que ele examinou dados de apenas um centro especializado em um único distúrbio raro, admitem os cientistas. Mas eles acreditam que o trabalho destaca a importância da internet como um recurso para pessoas com comprometimentos raros de saúde. “A disponibilidade de informações sobre esses distúrbios na internet pode levar ao aumento do diagnóstico. Por isso, os centros interessados em distúrbios raros devem considerar melhorar sua acessibilidade on-line ao público”, defende Bleyer.

Natan Monsores, que é coordenador do Observatório de Doenças Raras da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), destaca que a internet é uma das ferramentas que têm auxiliado pessoas com doenças raras. “Nos últimos anos, vimos uma série de ferramentas surgirem e, com elas, há uma troca de informações maior, até entre os profissionais da área”, diz.

O especialista chama a atenção para outro aspecto que dificulta o acesso a esse tipo de informação. “Essas doenças são pouco conhecidas e a maioria é em inglês. Por isso, aqui na UnB, estamos desenvolvendo um aplicativo com esse objetivo, chamado RarasNet. Estamos na última fase de desenvolvimento e esperamos mais financiamentos, mas queremos reunir nele uma série de informações importantes, como onde achar tratamento, onde ficam os centros especializados etc.”, conta.

Monsores também ressalta que a busca por informações deve ser feita com cuidado. “É preciso saber de onde elas estão vindo, buscar, por exemplo, em associações especializadas. Temos empresas que têm se dedicado a essa área, como o Google, que faz com que uma busca por determinada doença seja direcionada para hospitais”, diz.

 

Fonte: Correio Brasiliense

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1 ano ago Notícias

Ministério lança campanha para prevenir obesidade infantil

Alimentação saudável e atividade física são algumas recomendações.

O Ministério da Saúde lançou a campanha 1, 2, 3 e já! Vamos prevenir a obesidade infantil. A ideia é incentivar as crianças a seguirem três passos simples para evitar o sobrepeso: alimentação saudável, atividade física e brincadeiras longe das telas da TV, celular e jogos eletrônicos.

O lançamento ocorreu durante a abertura do 15° Encontro Nacional de Aleitamento Materno (Enam) e o 5° Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável (Enacs), no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova, região central do Rio de Janeiro.

Na cerimônia de abertura, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, destacou que o país tem evoluído na regulamentação da indústria e propaganda e no incentivo à alimentação saudável.

“Somos de uma geração em que a propaganda dizia: ‘Danoninho vale por um bifinho’. Daquele marco, inicia-se uma reação da sociedade e organização para pensar e debater se aquela frase tinha algum fundo de verdade. Hoje, ela fica na prateleira da vergonha da propaganda. Era um Conar [Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária] que não existia, uma regulamentação que não existia.”

Segundo Mandetta, o problema é um “verdadeiro drama” e o fenômeno é global. Dados do ministério apontam que três de cada 10 crianças de 5 a 9 anos atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) estão acima do peso, um total de 4,4 milhões. Do total de crianças, 16% (2,4 milhões) estão com sobrepeso, 8% (1,2 milhão) com obesidade e 5% (755 mil) com obesidade grave. Abaixo de 5 anos, são 15,9% com excesso de peso.

Produtos e alimentos cultivados sem aditivos químicos e sem causar danos ao meio ambiente, expostos na conferência Green Rio – Rio Orgânico 2014, no Jardim Botânico (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Ideia é incentivar crianças a seguirem alimentação saudável e brincar longe da s telas da TV, celular e jogos eletrônicos – Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro informou que a campanha será multimídia e vai utilizar datas como o dia das mães para trazer o assunto à tona ao longo de 2020. De acordo com ele, os cursos para agente comunitário de saúde também vão incluir o tema da amamentação, dentro da campanha de prevenção à obesidade.

O embaixador da campanha, o preparador físico Marcio Atalla, disse que a obesidade infantil é um problema sério e que existem diversos obstáculos a serem vencidos, como a facilidade de acesso a alimentos ultraprocessados e as dificuldades impostas pela falta de tempo no cotidiano das famílias.

“Essas crianças, tendo uma saúde debilitada agora, com sobrepeso e obesidade, têm o risco de ter câncer aumentado em 40%, e maior risco de doença cardiovascular. São as enfermidades que mais têm prevalência dentro do sistema de saúde. Então, uma campanha contra a obesidade infantil é de extrema importância para a saúde no futuro, em um país que vai envelhecer e vai depender do sistema público de saúde”.

Além do Enam e do Enacs, o Centro de Convenções SulAmerica recebe simultaneamente a 3ª Conferência Mundial de Aleitamento Materno (WBC) e a 1ª Conferência Mundial de Alimentação Complementar (WCFC). As encontros, que começaram nesta quarta-feira (13) terminam neste sábado (15).

Pesquisa nutricional

A coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério, Gisele Bortolino, destacou que o órgão iniciou, neste ano, o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani). O levantamento já foi finalizado em 11 estados, com 143.330 domicílios visitados. Os primeiros resultados serão apresentados no segundo semestre de 2020.

“O objetivo é avaliar o estado nutricional das crianças e as deficiências nutricionais. O último inquérito, de 2006, mostrava a prevalência de anemia de 20% e hipovitaminose de 17%. Então, esse inquérito tem o objetivo não só de ver a questão do excesso de peso, mas também o estado nutricional e, a partir disso, fazer a discussão das políticas para as questões encontradas.”

De acordo com o ministro, a pesquisa é o “marco zero” para a implantação de políticas públicas. “Esses números vêm de fontes indiretas, por isso autorizamos esse inquérito. Ele vai me dar o marco zero: quantas crianças são, onde estão, quanto é por região, dentro das regiões quais são os motivos principais. Tem região que é sedentarismo, outras é alimentação equivocada”.

Guia alimentar

Outra iniciativa, complementar à campanha e dentro dos eventos de amamentação, foi o lançamento de um guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos. Segundo os dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) 2018, 49% das crianças de 6 a 23 meses consomem alimentos ultraprocessados, 33% ingerem bebidas adoçadas e 32,3% comem macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote ou biscoitos salgados.

Segundo Gisele Bortolino, o guia foi organizado para indicar a alimentação mais correta pelo nível de processamento dos alimentos e traz como regra de ouro “descasque mais e desembale menos”. Os alimentos são classificados em in natura, minimamente processado, ingredientes culinários processados, processados e ultraprocessados.

“O guia foi atualizado com linguagem mais simples, voltado para tirar as dúvidas das famílias. Os anteriores eram direcionados a profissionais de saúde. Ele inova ao trazer um capítulo sobre culinária e mostra que a chegada de uma criança deve ser uma oportunidade para unir a família, se organizar e cozinhar alimentos mais saudáveis em casa. Também foram incorporadas as crianças vegetarianas”.

Com 12 passos para uma alimentação saudável, o guia traz dicas como a amamentação exclusiva até os 6 meses e complementação até 2 anos ou mais; não expor as crianças de até 2 anos ao açúcar nem a alimentos ultraprocessados, oferecer a mesma comida de toda a família e proteger a criança da publicidade de alimentos.

Amamentação

Os quatro eventos simultâneos que tratam do aleitamento materno e alimentação complementar trazem como tema “Amamentação como um direito humano a ser protegido”. O evento terá palestras, debates e apresentações de trabalhos científicos até sexta-feira (15).

Na mesa de abertura, a presidente da edição da Conferência Mundial, Marina Ferreira Rea, lembrou que os profissionais de saúde já sabem que caminhos seguir para evitar doenças na infância e incentivar a alimentação saudável, portanto não devem ser “cúmplices” de erros.

“Em meio a tantas dificuldades que tem o planeta e tantas diversidades, contrastes sociais e econômicos, as ações que discutiremos aqui são, diferentemente de outras, factíveis. Sabemos disso. O desafio de saber nos torna cúmplices. Somos cúmplices quando não levamos a criança ao seio materno na primeira hora de vida ou quando a separamos da mãe sem necessidade.”

A presidente do encontro, Maria Ines Couto Oliveira, afirmou que amamentar é um direito humano e representa a democracia com as pessoas e o planeta.

“Todos os companheiros de todas as raças e todas as etnias têm o direito de amamentar. Esse direito não pode ser negado por ninguém e por nenhuma indústria de alimentos infantis ou de bicos ou chupetas. Nenhuma tem o direito de tirar o peito da boca das crianças, porque isso é vida. Só haverá democracia nesse planeta se a mãe tiver o direito de aconchegar seu filho no seu peito e nesse momento proporcionar amor”.

O encontro reúne cerca de 2.500 pessoas, entre profissionais de saúde, governantes, cientistas, grupos de mães, organizações da sociedade civil, agências das Nações Unidas, organismos internacionais e estudantes.

O objetivo é construir uma plataforma de ação pelo compartilhamento de experiências com atores comprometidos o tema.

Fonte: Anahp

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1 ano ago Notícias

‘Epidemia esquecida’: pneumonia mata uma criança de até 5 anos a cada 39 segundos

A pneumonia é uma “epidemia esquecida”, alerta a Unicef, a agência da ONU para a Infância, e outras cinco organizações, incluindo a ONG Save the Children, em comunicado divulgado nesta terça-feira (12). Em 2018, a doença respiratória matou uma criança de menos de 5 anos a cada 39 segundos, informa o texto.

Os sintomas muitas vezes ignorados da pneumonia, a doença que mais mata crianças com menos de cinco anos

Ao todo, mais de 800 mil crianças dessa faixa etária morreram no ano passado, vítimas da infecção.

“A maioria das mortes afeta crianças de menos de dois anos, sendo que 153 mil delas faleceram em seu primeiro mês de vida”, indicam as organizações.

O comunicado faz um apelo por uma “ação mundial” contra a pneumonia.

Infecção respiratória aguda

A infecção respiratória aguda, que afeta os pulmões, pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos microscópicos. Em caso de pneumonia, os alvéolos pulmonares ficam cheios de pus e líquido, o que torna a respiração dolorosa e limita a absorção de oxigênio. Existe vacina contra a pneumonia bacteriana. Os médicos lembram que se a doença for diagnosticada e tratada de forma adequada, dificilmente acontece um agravamento do quadro.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pneumonia é responsável por 15% do total de falecimentos de crianças de menos de cinco anos no planeta. A doença mata mais do que a Aids, a malária e o sarampo juntos.

“É uma epidemia mundial que precisa de uma resposta internacional urgente. Milhões de crianças morrem por falta de vacinas, de antibióticos e de tratamentos de oxigênio”, disse Kevin Watkins, da Save the Children.

Mais da metade das mortes de crianças provocadas pela pneumonia se concentram em cinco países: Nigéria (162 mil), Índia (127 mil), Paquistão (58 mil), República Democrática do Congo (40 mil) e Etiópia (32 mil).

No Brasil, a pneumonia é a doença infeciosa que mais mata. Em 2015, a taxa de mortalidade verificada no país em crianças menores de 5 anos era de 1,5 por 1 mil nascimentos.

Um fórum mundial sobre a pneumonia infantil será realizado em janeiro de 2020, em Barcelona (Espanha).

Fonte: G1

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1 ano ago Notícias

Saúde será conectada em todo Brasil

O programa de informatização do Governo do Brasil para a saúde, Conecte SUS, foi lançado nesta segunda-feira (11), em Maceió (AL), pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. O programa vai integrar as informações de saúde do cidadão em uma grande rede de dados. Com isso, os profissionais de saúde e gestores terão mais eficiência no atendimento e continuidade ao cuidado do paciente em qualquer tempo e lugar. Alagoas é o estado piloto da implementação do Conecte SUS, que começa com a adesão dos municípios para informatização das unidades de saúde da Atenção Primária, a partir de apoio financeiro do Ministério da Saúde.

O Conecte SUS é parte da estratégia da Saúde Digital definida pelo Governo do Brasil que faz o uso de recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) para produzir e disponibilizar informações confiáveis da saúde, para quem precisa no momento que precisa. Quando finalizada a implementação, o cidadão terá acesso às suas informações por meio do celular, computador ou tablete, utilizando apenas o CPF, além da decisão sobre compartilhamento de seus dados em saúde.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, destaca que o Conecte SUS é de importância fundamental para o SUS pela capacidade de conectar todos os municípios, todas as unidades de saúde, o que dará aos gestores a possibilidade de mapear as necessidades e assim poder gerenciar melhor a unidade de saúde. “ Muitas coisas que hoje são alimentadas no sistema não retornam para as cidades, nem como relatórios para que os gestores saibam da realidade de cada unidade. Para o cidadão comum, os resultados começam já em dezembro e janeiro. Vamos optar pelo CPF como o documento de identificação universal, que todo mundo tem. Isso facilita a vida do cidadão”, destacou o ministro.

O futuro da gestão na área da saúde passa pela capacidade de integrar e guardar dados para busca de melhorias para a população.O Conecte SUS vai possibilitar ao cidadão saber a sua trajetória no SUS, quais vacinas ele tomou, os atendimentos realizados, exames, internações, medicamentos usados, além dos estabelecimentos de saúde mais próximos. O resultado será uma melhor, e mais organizada, oferta dos serviços de saúde pública.

INVESTIMENTO NA INFORMATIZAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Os recursos federais investidos para o auxílio à Informatização da Atenção Primária como parte do desenvolvimento do Conecte SUS no projeto piloto em Alagoas será de R$ 21,1 milhões, sendo R$ 2,4 milhões, em 2019, e R$ 18,7 milhões, em 2020.

O incentivo financeiro do Ministério da Saúde para as Unidades de Saúde da Família será pago de duas formas: implantação e manutenção. Para a apoiar o início do processo, será disponibilizado, em parcela única, os valores de R$ 8,5 mil ou R$ 11,5 mil. Já para a continuidade das ações será repassado o custeio mensal de R$ 1,7 mil e R$ 2,3 mil para as Equipes de Saúde, que produzirem informações qualificadas.

Além do apoio financeiro, a pasta irá realizar treinamento para uso do programa e suporte para sanar dúvidas do dia a dia.  Os gestores locais serão os responsáveis por gerenciar os recursos que serão investidos como, por exemplo, em infraestrutura e contratação de pessoal especializado em TI.

REDE NACIONAL DE DADOS EM SAÚDE

O Programa é composto pela Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e pela Informatização da Atenção à Saúde. Desde o início dessa gestão, o Conecte SUS vem sendo trabalhado pelo Ministério da Saúde. O resultado é um gigantesco sistema chamado RNDS. A Rede possibilita um processo de atendimento rápido ao cidadão, já que concentra muitas informações para o médico tomar decisão sobre o cuidado ao paciente e sua continuidade. Isso gera previsibilidade e economia de dinheiro público. Além disso, a RNDS possibilita evitar fraudes e não repetir exames, por exemplo.

“Sem unificar os dados, não há a possibilidade de monitorar, identificar o desperdício, saber como pode ser mais eficiente”, afirma Jacson Barros, diretor do Departamento de Informática do SUS.

MODELO DA INFORMATIZAÇÃO COMEÇA POR ALAGOAS

Agora chega a hora de conectar as informações da porta de entrada do SUS nesta rede nacional de dados, ou seja, a Informatização da Atenção Primária. A escolha do estado Alagoas para implementação do modelo foi em função do território alagoano ter uma das melhores coberturas de internet do país, tornando-se um ambiente controlado perfeito para início do programa. Além disso, tem alto percentual de unidades de saúde da família a serem informatizadas, 76%.

“Alagoas vem demonstrando melhoria nos indicadores de atenção primária, o que nos faz acreditar que é um momento importante para o que o Governo Federal possa iniciar o Programa por Alagoas, a partir de condições administrativas e técnicas ideais. Alagoas será um retrato 3×4 do que vamos encontrar no Brasil no ano que vem”, disse o ministro Luiz Henrique Mandetta sobre a escolha do estado para o início da implementação do Conecte SUS.

Em março de 2020, inicia a validação do modelo da rede de dados, a partir do monitoramento e avaliação dos processos realizados nos municípios alagoanos. Em seguida, ocorrerá a expansão para outros estados.

Fonte: Saude.GOV

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1 ano ago Notícias

Exame PHI de câncer de próstata reduz em 30% o número de biópsias

São estimados 68 mil novos casos de câncer de próstata no Brasil em 2019, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma), sendo o responsável por cerca de 15 mil óbitos em 2017. Mundialmente, o mês de novembro reforça a importância de exames que detectem esse tipo de câncer em fase precoce. O laboratório Delboni Auriemo, que integra a Dasa, oferece, entre os exames que auxiliam no diagnóstico da doença, o teste PHI (Prostate Health Index), que, associado a dosagens de PSA (Antígeno Prostático Específico), reduz em 30% as biópsias desnecessárias.

 

De acordo com Gustavo Campana, diretor médico da Dasa -, o exame PHI é complementar ao PSA total e livre. “O PSA é um exame de sangue solicitado pelos especialistas no início da investigação médica e avalia a quantidade específica de moléculas produzidas pela próstata. O aumento de sua concentração pode determinar a presença de um tumor maligno”, explica. No entanto, ele pondera que o PSA, isoladamente, retorna um número alto de diagnósticos falso-positivos, cujos pacientes são encaminhados para a biópsia, procedimento desconfortável e invasivo. “Quando o PHI é inserido nesta investigação junto com o PSA, ele analisa uma terceira molécula que está mais ligada aos tumores malignos; como consequência, há maior precisão no diagnóstico e a redução de biópsias desnecessárias,” completa Campana.

 

O PHI é três vezes mais específico para câncer de próstata do que o PSA isolado e, ainda, é capaz de classificar apropriadamente os pacientes com probabilidades baixa, moderada e alta de risco de câncer de próstata. “O PSA serve como teste de triagem junto com o exame de toque e, quando o PSA aponta de 2 a 10 ng/ML, indica-se o PHI para um diagnóstico mais certeiro”, esclarece.

 

O câncer de próstata pode estar relacionado com o histórico familiar, idade e obesidade. Segundo o INCA, homens acima de 65 anos são os mais diagnosticados com o tumor. De acordo com o Ministério da Saúde, este tipo de câncer geralmente tem evolução lenta e não ameaça a vida do homem. Porém, em alguns casos, pode ocorrer o efeito metástase, fazendo com que o tumor cresça rapidamente e se espalhe para outros órgãos.

 

“Em alguns casos, principalmente nos estágios iniciais, a doença é assintomática. Porém, os homens devem estar atentos aos sintomas, como as manifestações ligadas à urina, por exemplo sangue, dificuldade e diminuição do jato. Os pacientes devem sempre procurar um urologista e, se for o caso, iniciar a investigação da doença com os exames de rastreio”, finaliza Campana.

 

Fonte: Medicina S/A

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1 ano ago Notícias

Novo aplicativo de celular torna-se aliado no monitoramento do diabetes

A Ferramenta oferece recursos customizados e assistência virtual para dar suporte ao usuário 24 horas por dia.

Quem convive com o diabetes sabe o quão importante é cuidar e controlar a doença desde cedo e que manter um estilo de vida balanceado é essencial para evitar complicações. Para facilitar o monitoramento, um novo aplicativo que fornece recursos personalizados acaba de ser disponibilizado para download no Brasil. Elaborado pela BD, multinacional líder em tecnologia médica, o BD Diabetes Care permite que o usuário gerencie os cuidados com saúde, quando e onde estiver.

O BD Diabetes Care oferece uma experiência customizada, baseada no perfil de cada paciente, disponibilizando informações e dicas úteis de acordo com necessidades individuais. O aplicativo também identifica tendências, além de indicadores de glicemia, sendo capaz de aprender e crescer com o usuário. Disponibiliza ainda uma assistente virtual para responder dúvidas gerais sobre a doença 24 horas por dia.

Para acessar o aplicativo, basta preencher um cadastro especificando o tipo de diabetes do paciente, qual o tratamento utilizado e se o usuário prefere dicas sobre escolhas alimentares ou sobre como incorporar atividades físicas no dia a dia. O BD Diabetes Care está disponível para download na Google Play e Apple Store.

De acordo com o Ministério da Saúde, existem atualmente no Brasil mais de 13 milhões de pessoas com diabetes, o que representa 6,9% da população nacional.

Sobre a BD

A BD é uma das maiores empresas de tecnologia médica do mundo que está promovendo o avanço da saúde ao investir na descoberta médica, no diagnóstico e na prestação de cuidados com a saúde humana e animal. A empresa apoia os profissionais que estão na linha de frente dos cuidados da saúde por meio do desenvolvimento de tecnologia, serviços e soluções inovadoras que ajudam a avançar na terapia clínica para pacientes e no processo clínico para os prestadores de cuidados de saúde. A BD e os seus 65 mil funcionários têm paixão e compromisso em ajudar a melhorar os resultados dos pacientes e a segurança e a eficiência do processo de atendimento clínico, além de permitir aos cientistas de laboratório diagnosticar melhor a doença e promover as capacidades dos pesquisadores de desenvolver a próxima geração de diagnósticos e terapêuticos.

Fonte: Saude Bunisses

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1 ano ago Notícias

Medidas antitabaco diminuíram em 40% o número de fumantes no Brasil

A implementação de medidas estabelecidas pelo Tratado Internacional para Controle do Tabaco, como os aumentos de preços e impostos, reduziram em até 40% o número de fumantes no país, de acordo com a médica do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), Tania Cavalcante. Segundo ela, também contribuem para o alerta do perigo do tabaco, as advertências sanitárias nas embalagens também, a proibição de saborização dos cigarros e a proibição das propagandas.

“Apesar de o Brasil ter reduzido muito a prevalência de fumantes para 9,3%, em números absolutos são 19 milhões de pessoas, então precisamos ajudar esses fumantes a deixarem de fumar e muitos deles precisam de tratamento, que é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Embora ainda tenhamos muitos desafios, não temos propaganda e promoção dos produtos de tabaco”, disse durante o Simpósio Internacional Sobre Formas Alternativas de Exposição ao Tabaco.

De acordo com ela, as medidas adotadas, incluindo a proibição de fumo em locais fechados, estão fazendo o efeito previsto e mudando a percepção da sociedade de que fumar não é glamoroso e positivo e sim um problema de saúde pública. “Se perguntarmos hoje para qualquer criança ou adolescente, eles sabem disso, e são eles que pressionam seus pais, avós para que não fumem.

Para Tania, as medidas preventivas contra o tabaco não foram adotadas antes porque existe pressão da indústria do tabaco, já que muitas das medidas dependem de leis.

“Se tivéssemos adotado anteriormente tudo o que temos hoje, teríamos menos fumantes e menos mortes e doenças. Hoje são 157 mil mortes [anuais] devido ao tabagismo, todas evitáveis, e um gasto de R$ 57 bilhões com as doenças por ano, enquanto as empresas lucram”.

Cigarro eletrônico

A médica ressaltou que é preciso ainda ficar atento aos cigarros eletrônicos, que têm sido difundidos como algo interessante para reduzir os danos aos fumantes, mas que é igualmente perigoso. Segundo ela, quando usado para tratar um fumante que está tentando parar com o convencional, o cigarro eletrônico pode ser utilizado, mas é importante não esquecer que ele não é inócuo e as empresas mantém seu interesse em expandir seu mercado da nicotina.

“Os cigarros eletrônicos são vendidos em lojas vistosas, são coloridos, bonitos, tentando passar uma percepção para a população de que aquilo não tem dano, mas tem. Estamos vendo nos Estados Unidos crianças e adolescentes morrendo por dano pulmonar e ninguém sabe o que está acontecendo exatamente”, destacou.

Tania disse que os pais devem ficar atentos para evitar que a novidade entre em suas casas e na vida de seus filhos.

“Os formatos são os mais diversos possíveis e podem passar despercebidos e os pais não identificarem. Os pais precisam estar vigilantes e informar e orientar as crianças para que não usem e principalmente lembrar que pulmão nós só temos dois e é um órgão extremamente vital para a vida”.

Fonte: Agencia Brasil

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