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Monthly Archives: julho 2020

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1 ano ago Notícias

Candidata a vacina contra Covid-19 da Moderna entra em estágio avançado de testes nos EUA

A Moderna anunciou nesta segunda-feira (27) que começou o estudo em estágio avançado para avaliar sua candidata a vacina contra Covid-19. Essa é a terceira e última fase de testes. Cerca de 30 mil voluntários adultos que não tiveram a doença respiratória causada pelo novo coronavírus receberão a vacina. A pesquisa é apoiada pelo governo dos Estados Unidos.

Em todo o mundo, cinco candidatas à vacina estão na fase 3 de estudos, de acordo com um balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS). É somente depois desta prova, em um número maior de participantes, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização. São elas:

O teste da Moderna, batizado de ‘Cove’, é o primeiro a ser implementado sob uma operação montada pelo governo norte-americano que visa acelerar o desenvolvimento, fabricação e distribuição de tratamentos e vacinas contra a Covid-19.

O governo federal dos EUA está apoiando o projeto de vacina da Moderna com quase 1 bilhão de dólares.

 

Vacina da Moderna passa em prova de segurança

Uma placa na entrada da sede da Moderna, que está desenvolvendo uma das candidatas à vacina contra o coronavírus, em Cambridge, Massachusetts, EUA — Foto: Brian Snyder/Reuters

Uma placa na entrada da sede da Moderna, que está desenvolvendo uma das candidatas à vacina contra o coronavírus, em Cambridge, Massachusetts, EUA A vacina desenvolvida pelo laboratório norte-americano Moderna se mostrou segura e eficaz em um estudo publicado na última terça-feira (14) pela revista “New England Journal of Medicine”. Segundo o artigo, a imunização produziu anticorpos em 45 voluntários.

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Nenhum voluntário do estudo apresentou um efeito colateral grave, mas mais da metade relatou reações leves ou moderadas, como fadiga, dor de cabeça, calafrios, dores musculares ou dor no local da injeção.

A maior parte das queixas veio dos pacientes que tomaram duas doses da vacina em sua concentração mais alta.

Ensaio acelerado

Por conta da pandemia do novo coronavírus, a farmacêutica recebeu autorização do governo norte-americano para acelerar o processo de pesquisa – mantendo os padrões de segurança e a sequência das pesquisas.

Os resultados apresentados na publicação científica são da fase 1, a primeira etapa dos testes em humanos. A segunda fase dos estudos já começou em maio, antes mesmo dos resultados da primeira terem sido publicados.

O estudo randômico contará com 30 mil voluntários nos EUA, a metade deles vai receber uma dose de 100 microgramas da vacina enquanto a outra metade será injetada com um placebo. Não há, até o momento, nenhuma vacina ou tratamento aprovados contra o coronavírus.

A busca pela vacina

Par chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas para testar segurança e resposta imune. Primeiro há uma fase exploratória, com pesquisa e identificação de moléculas promissoras (antígenos).

O segundo momento é de fase pré-clínica, em que ocorre a validação da vacina em organismos vivos, usando animais (ratos, por exemplo). Só então é chegada à fase clínica, em humanos, em três fases de testes:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;

Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;

Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário.

Depois disso, as agências reguladoras precisam aprovar o produto, liberar a produção e distribuição.

Fonte: G1

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1 ano ago Notícias

Covid: Prontos-socorros privados realizam mais atendimentos sem internações

Os atendimentos em prontos-socorros privados que não geraram internações aumentaram 20% em junho, na comparação com maio, mostra o Boletim Covid-19 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Já a quantidade de atendimentos, no entanto, encontra-se perto da metade do que era realizado em fevereiro, revela ANS.

Os dados assistenciais levam em conta 51 operadoras de saúde que possuem hospitais próprios. Com a chegada da pandemia de Covid-19, o número de atendimentos de emergência que não geraram internações caiu 13% em maio e 51% em abril. Em maio, houve aumento, de 4,2%.

A pesquisa também mostra que o número de exames e terapias autorizados em junho foi 26% inferior ao de 2019. Apesar de intensa, a queda é menor que a dos meses anteriores. Em maio, a redução foi de 47%, e, em abril, de 63%.

O boletim informa ainda que a ocupação de leitos cresceu de 61% para 62% de maio para junho, o que inclui leitos comuns e de unidades de terapia intensiva. No ano passado, a ocupação era de 75% nos dois meses.

A ocupação de leitos para Covid-19 caiu de 61% em maio para 59% em junho, enquanto a taxa aumentou de 61% para 63% para os demais procedimentos de internação.

As demandas de reclamação registradas junto à ANS por consumidores tiveram um aumento em junho, superando a quantidade contabilizada em maio em 21,4%. Ainda assim, o total permaneceu abaixo do que era recebido mensalmente pela ANS entre o segundo semestre de 2019 e março de 2020.

Entre março e junho, a ANS recebeu 5.766 reclamações relacionadas à Covid-19, sendo 40% sobre o tratamento ou exames para a doença e 40% sobre outras assistências afetadas pela pandemia. O restante das reclamações foi sobre temas não assistenciais, como contratos e regulamentos.

Em uma análise quinzenal, as reclamações sobre exames e tratamentos de Covid-19 cresceram desde abril, saltando de 89 registros nos primeiros 15 dias daquele mês para 630 na segunda quinzena de junho. Do total de reclamações recebidas pela agência mês passado, 17,8% foram relacionadas ao novo coronavírus. Em maio, o percentual foi de 18,3% em relação ao total de demandas.

O estudo também traz dados sobre a situação econômico-financeira das operadoras de saúde. A inadimplência de planos com preço preestabelecido caiu tanto para os familiares quanto para os coletivos. No primeiro caso, a queda foi de 13% para 10%. Já no segundo, de 7% para 5%. Segundo a ANS, as quedas trouxeram a inadimplência de volta aos patamares históricos. Os dados de

 

Fonte: Medicina S/A

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1 ano ago Notícias

Assintomáticos: o que se sabe sobre o dano que a covid-19 pode causar em pacientes sem sintomas

A medicina moderna enfatiza, com razão, a importância da ciência. O foco, no entanto, se afasta com frequência do objetivo real da atenção médica: o cuidado dos pacientes.

Esta ideia foi capturada pelo alerta de William Osler (1849-1919) de atendermos mais o paciente do que a doença. Eu redescobri a verdade desse conselho quando dois pacientes me ensinaram sobre a infecção de covid-19 e desafiaram a expertise que eu acreditava ter sobre como lidar com pneumonia.

O primeiro paciente com covid-19 que surgiu no hospital se parece provavelmente com os pacientes iniciais de muitas outras unidades de saúde neste momento.

Era um homem mais velho com pneumonia, que ainda não havia sido testado para covid-19, mas presumia-se que ele tivesse contraído o novo coronavírus. Uma equipe de especialistas o examinou cuidadosamente, lhe receitou oxigênio de alto fluxo e o monitorou em uma ala para pacientes com doenças respiratórias. Ele morreu inesperadamente durante a noite.

O segundo paciente era uma mulher de meia-idade encaminhada a uma unidade de terapia intensiva (UTI) para receber ventilação mecânica. A morte recente do outro paciente havia me deixado nervoso, então, fui examiná-la. No caminho para o leito, eu imaginei a cena que me esperava: uma paciente lutando por ar, quase sem conseguir falar, com o peito se expandindo em esforços para levar oxigênio até seu sangue.

Fonte: BBC

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1 ano ago Notícias

Plataforma faz monitoramento remoto de pacientes com covid-19

Pesquisadores desenvolveram, em São Caetano do Sul, na região do ABC Paulista, uma plataforma para acompanhar remotamente pacientes com covid-19. O sistema é uma adaptação da atenção básica oferecida pelo Programa Saúde da Família. Além de aproveitar um trabalho já estabelecido, a população da cidade, que tem 161 mil habitantes, foi incentivada a notificar os sintomas da doença por meio da plataforma.

A partir de mais de 2 mil casos suspeitos, o programa Corona São Caetano identificou 444 pessoas (28%) infectadas com o novo coronavírus, causador da covid-19. Entre os pacientes que tiveram resultado negativo em testes para a doença, os exames sorológicos indicaram que 8,6% já haviam tido contato com o vírus.

A plataforma foi desenvolvida em uma parceria entre a prefeitura de São Caetano do Sul, a Universidade Municipal de São Caetano do Sul e o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP).

Acompanhamento

As pessoas que tiveram resultado positivo nos exames PCR foram, então, acompanhadas por estudantes de medicina pelos 14 dias seguintes. A equipe faz contatos telefônicos a cada 48 horas para avaliar a evolução dos sintomas. A taxa das pessoas doentes acompanhadas pelo projeto que precisaram de hospitalização ficou em 6,8% e a de mortes, em 0,7%.

O programa continua em funcionamento, e os dados iniciais, relativos ao período de 13 de abril a 13 de maio, foram publicados em um artigo na plataforma MedRxiv.

Projeto modelo

Os pesquisadores destacam que a experiência de São Caetano pode ser replicada em outras partes do país. “O sistema brasileiro de saúde pública é subfinanciado, mesmo assim, a infraestrutura da atenção primária está bem estabelecida em muitas áreas do país, o que pode permitir o desenvolvimento de estruturas similares a baixo custo”, diz o artigo.

De acordo com o artigo, o acompanhamento traz ainda a possibilidade de observar o desenvolvimento da doença na população fora do ambiente hospitalar. “Os estudos epidemiológicos e clínicos têm sido realizados em ambiente hospitalar e, assim, tendem a incluir casos mais severos, que não podem ser extrapolados para a população em geral”, acrescenta o trabalho.

Fonte: Agencia Brasil

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1 ano ago Notícias

Brasil participa de testes de duas vacinas promissoras contra o novo coronavírus

Nesta segunda-feira, o governo de São Paulo anunciou que os testes da vacina contra o novo coronavírus que o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac estão desenvolvendo vão começar no dia 20 de julho em cinco estados. Mas essa não é a única vacina que está sendo estudada no Brasil. Também está sendo testada no país — em São Paulo e no Rio — uma outra desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a mais avançada até o momento.

Profissionais da saúde podem se voluntariar para testes com vacina: aplicativo será disponibilizado para as inscrições

No fim de junho, a OMS afirmou que a vacina ChAdOx1 nCoV-19, produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a empresa AstraZeneca Brasil Ltda, é a “mais avançada” do mundo” em termos de desenvolvimento” e lidera a corrida por um imunizante contra a Covid-19. A fórmula está sendo testada no Brasil e na África do Sul após testes bem sucedidos no Reino Unido.

O Ministério da Saúde já afirmou que vai apoiar a iniciativa com dois mil voluntários soronegativos, que não entraram em contato com a doença. Em São Paulo, os estudos estão sendo liderados pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A infraestrutura médica e de equipamentos é financiada pela Fundação Lemann. Os primeiros mil voluntários estão sendo recrutados pela Unifesp, e outras mil pessoas farão parte do teste no Rio de Janeiro.

Parceria entre São Paulo e China

Ao todo, nove mil profissionais de saúde poderão ser voluntários no estudo sobre a vacina contra o novo coronavírus que o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac estão desenvolvendo juntos. Os testes vão acontecer em cinco estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, além de São Paulo.

Extra oferta Nicephotos

A partir da semana que vem, o Instituto Butantan, que fica na cidade de São Paulo, vai começar o recrutamento dos voluntários para os testes da vacina. A inscrição será feita por um aplicativo, que ainda será disponibilizado. De acordo com o diretor da instituição paulista, Dimas Covas, a expectativa é de que uma análise preliminar dos resultados ocorra ainda em 2920. E, caso a vacina seja bem-sucedida, sua disponibilização ocorra a partir de meados de 2021.

— No mundo, são 136 vacinas sendo testadas, 12 delas em estudos clínicos. Dessas, três estão na fase 3, a mais avançada. Uma dessas é a que o Butantan fez esse acordo e é uma das que têm grande chance de chegar ao público — afirmou Covas.

Na fase 2, realizada com mil voluntários na China, foi observada a eficiência da vacina em mais de 90% dos participantes do estudo.

 

Para participar do estudo, a pessoa terá que estar trabalhando no atendimento de pacientes com Covid, não ter sido infectada pela doença, não participar de outros estudos de vacinas, não estar grávida ou planejar engravidar, não ter doenças instáveis ou que afetam o sistema imunológico e não ter outras alterações que impeçam os procedimentos, como alterações mentais ou distúrbios de coagulação.

Segundo Covas, o governo já reservou 60 milhões de doses da vacinas caso sua eficácia seja comprovada pelos estudos. As doses serão entregues ao Ministério da Saúde, que determinará como será sua distribuição.

Brasil passa de 65 mil mortes pelo coronavírus

Nesta segunda-feira, com 656 mortes pelo novo coronavírus registradas entre domingo e ontem, o Brasil atingiu a marca de 65.556 óbitos. O número de infectados chegou a 1.626.071. Os dados foram divulgados à noite pelo consórcio de veículos de imprensa formado por EXTRA, O GLOBO, G1, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e UOL a partir do que é divulgado pelas secretarias estaduais de Saúde. O próximo boletim sai nesta terça-feira, às 8h da manhã.

 

Fonte: Extra

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1 ano ago Notícias

Saiba como fazer o teste diagnóstico de covid-19 pelo plano de saúde

O exame laboratorial para detecção do novo coronavírus foi incluído pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no rol de procedimentos obrigatórios de cobertura pelos planos de saúde em março, logo no início da pandemia. Na semana passada, a agência incluiu também o teste sorológico, que identifica os anticorpos do vírus.

Segundo a Resolução Normativa da ANS, o teste deve ser feito quando houver indicação médica e a cobertura vale para clientes de planos de saúde com segmentação ambulatorial, hospitalar ou referência. A orientação da agência reguladora é que o paciente consulte a operadora do plano antes de procurar uma unidade de saúde, para ser orientado sobre onde realizar o exame ou tratamento da doença.

O exame diagnóstico previsto pela ANS é o do tipo pesquisa por RT – PCR, com diretriz de utilização, e deve ser feito em pacientes considerados quadro suspeito ou provável da doença, de acordo com a indicação médica.

Lembrando que os procedimentos para o tratamento de covid-19 também são obrigatórios, como consultas, internações, terapias e exames complementares, de acordo com a cobertura do plano do beneficiário. Internação, por exemplo, não é obrigatória na segmentação ambulatorial.

Anticorpos

Já o teste sorológico para o novo coronavírus, do tipo pesquisa de anticorpos IgA, IgG ou IgM, que detectam a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao vírus, deve ser feito nos casos em que o paciente apresenta ou tenha manifestado um dos dois quadros clínicos relacionados à covid-19.

O primeiro é a síndrome gripal, com quadro respiratório agudo, sensação febril ou febre, acompanhada de tosse, dor de garganta, coriza ou dificuldade respiratória. O segundo é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que gera desconforto respiratório ou dificuldade para respirar, pressão persistente no tórax ou saturação de oxigênio menor do que 95% em ar ambiente, podendo ter também coloração azulada dos lábios ou rosto.

Segundo a ANS, o exame é feito com amostras de sangue, soro ou plasma. “Como a produção de anticorpos no organismo só ocorre depois de um período mínimo após a exposição ao vírus, esse tipo de teste é indicado a partir do oitavo dia de início dos sintomas”, alerta a agência.

Este exame foi incluído de forma extraordinária no Rol de Procedimentos da ANS para cumprir uma decisão judicial.

A ANS orientada que as operadoras disponibilizem em seus portais na internet as informações sobre o atendimento e a realização do exame, além de oferecer canais de atendimento específicos para esclarecer seus usuários sobre a doença.

Desde o início da pandemia, a ANS recebeu 6.347 demandas ou reclamações relacionadas à covid-19. Desse total, 44,16% foram referentes a tratamento ou exame, 37,21% sobre outros tipos de assistência afetadas pela pandemia e 18,62% sobre temas não assistenciais. A agência orienta os clientes a procurarem primeiro a operadora para resolver qualquer dificuldade.

 

Operadoras

Segundo a diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, o setor tem atendido imediatamente as resoluções normativas editadas pela ANS. Porém, as empresas discordam da exigência dos exames de anticorpos.

“As operadoras de planos e seguro de saúde associadas à FenaSaúde consideram que a cobertura dos testes sorológicos IgA, IgG e IgM não é a melhor alternativa para os pacientes com suspeita de covid, tampouco para o sistema de saúde suplementar. Tais testes não têm a mesma precisão do exame RT-PCR, considerado padrão-ouro e já coberto pelas operadoras desde março”.

Vera destaca que o monitoramento da qualidade dos dispositivos diagnósticos publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária indica que dos 85 testes rápidos já liberados pelo órgão regulador, 44,7% não possuem desempenho de acordo com o alegado pelo fornecedor. “Além disso, conforme mostrou a revista científica BMJ, em aproximadamente 34% dos casos os testes rápidos dão falso negativo”, afirma a diretora.

 

Fonte: Agencia Brasil

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1 ano ago Notícias

Anvisa autoriza testes para outra vacina contra covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.

O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.

O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.

Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.

 

Fonte: Agencia Brasil

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