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Monthly Archives: novembro 2020

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3 meses ago Notícias

Exame genético reduz em até 88% a necessidade de cirurgias de tireóide

O Alta Diagnósticos traz com exclusividade ao Brasil teste molecular para nódulos indeterminados na tireoide, que correspondem a 20% dos casos de todos os nódulos. O Thyroid Print, exame genético realizado a partir da amostra de material obtido nessa punção, determina o risco desse nódulo antes indeterminado ser benigno ou maligno. Atualmente o exame citológico feito a partir da PAAF (ultrassonografia com punção por agulha fina) é o principal método para determinar se um nódulo tireoidiano é benigno ou maligno.

“Sem o auxílio do Thyroid Print, é comum que o paciente tenha o seu diagnóstico definido após a realização da cirurgia, quando o material é analisado pelo médico patologista. Com as informações obtidas por meio deste novo exame, as indicações cirúrgicas podem ser reduzidas em até 88% dos casos. Isso evita a exposição dos pacientes a uma cirurgia e, claro, gastos e complicações desnecessárias”, afirma Gustavo Campana, diretor médico do Alta.

“Nosso objetivo é estabelecer o cuidado integrado da tireoide, acelerando o diagnóstico com resultados em até 24 horas. Este novo protocolo prevê também um contato direto com o médico que solicitou o exame, para um processo mais ágil e humano. Assim, em uma única visita, o paciente volta para casa com seu diagnóstico fechado”, comenta Cristina Chammas, diretora médica do Alta e coordenadora da ultrassonografia.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de tireoide é o quinto tumor maligno mais incidente entre as mulheres – atrás do câncer de mama, colorretal, colo do útero e pulmão. No mundo, de acordo com o banco de dados do National Cancer Institute, dos Estados Unidos, a incidência de câncer de tireoide triplicou nas últimas quatro décadas.

Fonte: Medicina S/A

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4 meses ago Notícias

Diabetes é responsável por 43 amputações diárias no Brasil

Neste Dia Mundial de Combate ao Diabetes, lembrado hoje, o Brasil registra a marca de 43 amputações de membros inferiores por dia, decorrentes de complicações da doença. Os dados, do Ministério da Saúde, se referem à soma de 10.546 amputações feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre janeiro e agosto deste ano, ao custo de R$ 12,3 milhões.

No mesmo período do ano passado, foram realizadas pelo SUS 10.019 amputações de membros inferiores em decorrência do diabetes, que custaram R$ 11,6 milhões. O crescimento no número de procedimentos em 2020 foi de 5,26%.

A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta que o principal motivo que leva a essas amputações é a falta de cuidados com a doença, a causa mais comum para amputações de pés e pernas, com cerca de 60%. Em 85% dos casos, o problema aparece como uma ulceração nos pés, ou seja, uma lesão nos tecidos, que pode ser tratada. O diabetes causa perda da sensibilidade, e os ferimentos podem evoluir para o chamado pé diabético, chegando aos casos graves de gangrena que necessitam de amputação.

O paciente diabético precisa ficar atento a qualquer sinal nos pés, como frieiras, bolhas, ferimentos e calos. Os cuidados envolvem secar os pés com cuidado após o banho, manter a pele hidratada, utilizar meias de algodão e sapatos fechados.

Diabetes e covid-19

O diabetes também é um dos principais fatores de risco para o agravamento da covid-19. Por isso, o projeto internacional CoviDiab Registry, uma iniciativa da King’s College London, da Inglaterra, e da Monash University, da Austrália, está reunindo dados globais sobre diabetes e covid-19. Segundo os pesquisadores, há indícios de que o novo coronavírus também possa causar diabetes em quem não tinha.

“É plausível que o Sars-Cov-2 possa causar várias alterações coexistentes do metabolismo da glicose, que podem complicar a fisiopatologia do diabetes pré-existente ou levar a novos mecanismos da doença. Existem, de fato, precedentes para uma etiologia viral para diabetes com tendência à cetose”, informa o projeto.

O que os cientistas ainda não sabem é se o diabetes causado pelo Sars-Cov-2 persiste após a cura da infecção, ou se pode se tornar mais um fator de risco para pacientes com tendência à doença.

Estudo feito no início da pandemia no Brasil mostrou que os pacientes de diabetes negligenciaram os cuidados por causa do isolamento e das medidas restritivas. A pesquisa ouviu 1.701 pacientes entre os dias 22 de abril e 4 de maio e os resultados foram publicados em agosto no periódico científico Diabetes Research and Clinical Practice.

Participaram do levantamento pesquisadores e médicos de diversas instituições, entre elas a International Diabetes Federation, ADJ Diabetes Brasil, Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Universidade de São Paulo (USP), Pan African Women in Health (PAWH), Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Hospital do Rim e Hipertensão de São Paulo.

Do total, 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de saídas da residência e 91,5% passaram a monitorar a glicose no sangue em casa. Foi relatado aumento, diminuição ou maior variabilidade nos níveis de glicose por 59,4% dos participantes, 38,4% deles adiaram consultas médicas e exames de rotina e 59,5% diminuíram a atividade física.

Outra pesquisa foi iniciada em setembro pela Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), com o objetivo de analisar o autocuidado em diabetes e resiliência na pandemia pelos brasileiros. Podem participar as pessoas com diagnóstico de diabetes, de ambos os sexos, maiores de 18 anos e que residam no Brasil. O formulário está disponível em https://bit.ly/DIABETESvid.

Sintomas, prevenção e tratamento

Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. Com isso, podem ocorrer altas taxas de glicose no sangue que levam a complicações cardíacas, nas artérias, olhos, rins e nervos, podendo inclusive ser fatal.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Brasil soma atualmente mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença. Os dados da Federação Internacional de Diabetes mostram que no ano passado 463 milhões de adultos viviam com diabetes no mundo, sendo que metade não foi diagnosticada. A estimativa é que o número chegue a 700 milhões em 2045. Em 2019, a doença causou 4,2 milhões de mortes no mundo e pelo menos US$ 760 bilhões em gastos com saúde, o que equivale a 10% dos gastos totais com adultos.

Os principais sintomas são fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia. No diabetes tipo 1, pode ocorrer também perda de peso, fraqueza, fadiga, mudanças de humor, náusea e vômito. No tipo 2, são sintomas também formigamento nos pés e mãos, infecções na bexiga, rins, pele e infecções de pele, feridas que demoram para cicatrizar e visão embaçada.

A prevenção é feita com a prática de hábitos saudáveis, como comer diariamente verduras, legumes e frutas; reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras; parar de fumar; praticar exercícios físicos regularmente; e manter o peso controlado. Os fatores de risco para a doença envolvem questões genéticas e também pressão alta, colesterol alto, alterações na taxa de triglicérides, sobrepeso, doenças renais crônicas, mulher que deu à luz criança com mais de 4kg, diabetes gestacional, síndrome de ovários policísticos, distúrbios psiquiátricos como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, apneia do sono e uso de medicamentos da classe dos glicocorticoides.

O tratamento para o diabetes do tipo 1 é feito com injeções diárias de insulina e pode ser recomendada medicação oral. Para o tipo 2, o tratamento dependerá do grau da doença e pode envolver remédios para impedir a digestão e absorção de carboidratos ou que estimulam a produção de insulina. O tratamento e acompanhamento do diabetes é oferecido gratuitamente pela atenção básica do SUS.

Fonte: Agencia Brasil

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4 meses ago Notícias

Emprego no setor de saúde cresce 2,2% em três meses

O total de pessoas empregadas na saúde brasileira cresceu 2,2% em três meses. É o que aponta o “Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Com isso, o segmento atinge a marca de 4,3 milhões de pessoas empregadas, considerando setor público e privado com empregos diretos e indiretos.

Segundo José Cechin, superintendente executivo do IESS, esses números ressaltam o impacto positivo que a cadeia da saúde tem sobre o mercado de trabalho brasileiro. “No mesmo intervalo de tempo, entre maio e agosto, o emprego total no país aumentou 1,0%. Excluindo os postos gerados na cadeia de saúde, esse crescimento foi de 0,8%”, aponta. “O setor responde por cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) e representa 8,7% da força de trabalho no Brasil. Ou seja, uma participação intensa no mercado nacional. A pandemia do novo Coronavírus reforçou essa importância e a tendência deve se manter nos próximos anos, até mesmo pela demanda crescente que será gerada com o envelhecimento da população”, completa.

Do total de 4,3 milhões de empregados na cadeia da saúde em agosto desse ano, 3,3 milhões estavam no setor privado com carteira assinada, o que representa 76,5%, e 1,0 milhão, ou 23,5%, eram empregos do setor público, considerando todas suas modalidades (estatutários, CLT, cargos comissionados, entre outros).

No acumulado do ano, a saúde privada teve saldo positivo de 75,6 mil, o que demonstra o bom dinamismo mesmo com a crise econômica e sanitária desse período de pandemia, já que a economia como um todo registrou saldo negativo em aproximadamente 850 mil vagas formais entre janeiro e agosto. O resultado do setor privado foi puxado pelo bom desempenho do subsetor de Fornecedores, com saldo de 75,7 mil vagas, enquanto os Prestadores avançaram em 2 mil e as Operadoras registraram queda 2 mil vagas.

Nos entes da Federação, o maior crescimento do número de vagas na saúde pública entre maio e agosto foi registrado nos estados, com avanço de 3,4%. Nos municípios contidos do levantamento do IESS, o crescimento foi de 2,1%. Na esfera federal, o emprego público em saúde teve queda de 1,3% no período.

José Cechin explica que mesmo com a lenta e gradual retomada do mercado de trabalho formal brasileiro, o avanço da cadeia de saúde repercute na economia como um todo. “A criação de novas vagas influencia a renda das famílias, sua capacidade de consumo, de acessar crédito e mesmo a confiança da população”, comenta.

Em agosto, o saldo de emprego da cadeia de saúde foi de aproximadamente 29 mil novos postos públicos e privados, ou seja, 12% das 249,4 mil vagas criadas na economia como um todo no mesmo mês. O setor público registrou saldo positivo de 10,4 mil empregos e o privado, de 19,0 mil.

Não existe no Brasil uma base de dados que disponibiliza o total de pessoas empregadas no serviço público municipal na área de saúde. Por isso, o IESS está levantando informações do emprego na saúde nos sites de cada prefeitura. Até o momento o Instituto conseguiu dados de 292 municípios, cuja população representa 55,8% da população nacional.

 

Fonte: Medicina S/A

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4 meses ago Notícias

Dasa relata aumento de 30% em casos positivos de Covid-19

A Dasa, empresa de medicina diagnóstica que já processou mais de 2,5 milhões de testes de Covid-19 em suas mais de 900 unidades laboratoriais espalhadas pelo País, percebeu um aumento de 30% nos casos positivos da doença (de 18,9% em outubro para 27,4% nos primeiros dias de novembro). A média móvel na procura por exames cresceu 50% no RJ e 30% em SP, entre 10 de outubro e 10 de novembro, com diferenças de positividade regionalizadas.

De acordo com a empresa, a comunidade científica segue realizando pesquisas sobre a genética do SARS-COV-2 para entender a relação de transmissores assintomáticos x sintomáticos, fatores sanguíneos preventivos ou outras relações da doença com predisposição genética. Enquanto os resultados não apontam um caminho, as medidas de isolamento, já conhecidas pela população, seguem oficiais para evitar um novo pico da doença no país.

 

Fonte: Medicina S/A

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4 meses ago Notícias

PL garante assistência a pacientes de Covid, mesmo após a alta

O Projeto de Lei 5026/20 garante assistência integral à saúde dos indivíduos diagnosticados com Covid-19, sintomáticos ou não, mesmo após o término do tratamento convencional dos sintomas ou da alta hospitalar. O objetivo é prevenir, acompanhar e tratar possíveis sequelas ocasionadas pela doença.

A proposta foi apresentada pelo deputado Célio Silveira (PSDB-GO) à Câmara dos Deputados.

“Já ficou demonstrado que, mesmo após a cura dos sintomas, a ocorrência de sequelas é comum, principalmente as neurológicas, as dos sistemas cardíaco e respiratório e as psicológicas, além dos casos de reincidência da infecção”, afirma.

Silveira observa ainda que, apesar de os brasileiros já terem garantido acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS), a medida prevista no projeto trará maior efetividade à atenção aos usuários. (Com informações da Agência Câmara)

 

Fonte: Medicina S/A

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