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Monthly Archives: julho 2021

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4 meses ago Notícias

Pfizer e AstraZeneca são eficazes contra variante delta, aponta estudo

O estudo aponta que após duas doses, a vacina da Pfizer foi 88% eficaz contra casos sintomáticos da delta. O imunizante da AstraZeneca foi 67% eficaz.

As vacinas contra covid-19 da AstraZeneca e da Pfizer são eficazes contra a variante delta do novo coronavírus após as duas doses, segundo estudo do Reino Unido com mais de 19.000 pessoas.

O estudo publicado nesta quarta-feira, 22, na revista cientifica New England Journal of Medicine e revisado por pares, aponta que após duas doses com duas semanas para fazer efeito, a vacina da Pfizer foi 88% eficaz contra casos sintomáticos da delta. O imunizante da AstraZeneca foi 67% eficaz.

A pesquisa também apontou que, com apenas uma dose, a vacina da Pfizer foi 36% eficaz contra os casos sintomáticos da variante identificada pela primeira vez na Índia, enquanto a vacina da AstraZeneca foi 30% eficaz. O resultado do estudo reforça a importância de completar o ciclo vacinal com as duas doses.

Os pesquisadores não estimaram a eficácia dos imunizantes para casos graves e mortes neste estudo, mas outras pesquisas — e dados hospitalares — sugerem que as vacinas contra a covid-19 ainda são extremamente eficazes para evitar óbitos e internações.

Dados de Israel estimaram uma menor eficácia da vacina da Pfizer contra doenças sintomáticas causadas pela delta, embora a proteção contra doenças graves continue alta.

A variante delta é a mais transmissível das linhagens já catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas não há dados que indiquem que ela provoque casos mais graves de covid-19. Os números da linhagem no mundo mostram que menos pessoas evoluíram para quadros graves ou acabaram morrendo ao contrair a delta, mas tais dados se confundem com o fato de que ela surgiu, a princípio, em nações onde já havia grande parte da população vacinada. É o caso, por exemplo, do Reino Unido.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde sobre vigilância genômica do novo coronavírus, o Brasil já registrou mais de 110 casos da variante delta. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro admitem transmissão comunitária, o resultado do estudo reforça a importância de completar o ciclo vacinal com as duas doses.

Fonte: Exame

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5 meses ago Notícias

Covid-19: média de mortes no país atinge menor nível desde fevereiro

O número de mortes diárias por covid-19 no país, segundo a média móvel de sete dias, divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, chegou ontem (20) a 1.192. Esse é o menor patamar desde 27 de fevereiro, quando houve uma média de 1.178 óbitos.

De acordo com os dados da Fiocruz, as mortes também registraram quedas de 23,5% em relação a duas semanas antes e de 42,2% na comparação com um mês atrás.

A média de ontem está abaixo da metade do pico da pandemia anotado em 12 de abril deste ano, quando os óbitos diários atingiram 3.124. Apesar disso, ainda se encontra acima do número mais alto observado em 2020 (1.097 em 25 de julho daquele ano).

Casos

O número de casos, também segundo a média móvel de sete dias, chegou a 38.206 ontem, o menor nível desde 6 de janeiro (36.376). Foram observados recuos de 21,7% em relação a 14 dias antes e 48,1% na comparação com um mês atrás.

A média móvel de sete dias é calculada pela Fiocruz através da soma dos registros do dia em questão com os seis dias anteriores e da divisão do resultado por sete.

Fonte: Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio

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5 meses ago Notícias

Mortes por covid de idosos caíram 65% de março para junho; as de jovens, 7%

O número de idosos mortos pela covid-19 no Brasil em junho de 2021 caiu 65% em relação a março deste ano, mês em que mais idosos foram vítimas da doença.

Em junho de 2021, foram registrados pelo Ministério da Saúde 18.444 óbitos de pessoas com 60 anos ou mais. É o menor número desde novembro de 2020 (10.774 mortes), antes da 2ª onda da pandemia começar.

O pico de vítimas com menos de 60 anos foi em abril de 2021. Morreram 25.075 pessoas dessa faixa etária no mês. Em junho, o nível continuou alto: 22.003 mortes.

Enquanto as mortes de idosos despencaram, as dos mais jovens caíram só 12% em junho frente ao pico da faixa etária em abril. Em relação a março, a queda foi de 7%.

Desde março, morrem mais de 20.000 pessoas com menos de 60 anos mensalmente. Só em 2021, 106.914 pessoas com essa faixa etária morreram pela doença.

Poder360 analisou 504.495 registros de mortes no banco de dados do SUS, atualizado na 4ª feira (14.jul.2021). Só foram considerados os casos com informações completas sobre faixa etária e mês de morte. Os dados de junho ainda devem passar por atualizações pontuais nas próximas semanas.

O número de mortes nos grupos etários de 70 a 79 anos e acima de 80 anos voltou em junho ao nível de setembro de 2020. Na época, a 1ª onda (muito menor que a 2ª) já recuava.

Em 1º de março, 11% dos idosos haviam tomado a 1ª dose de uma vacina contra a covid-19. Em 1º de junho, já eram 91%, contribuindo com a queda das mortes. O percentual de vacinados entre as pessoas com menos de 60 anos, passou de 2% para 11% no mesmo período.

O Poder360 calculou o percentual a partir dos números de vacinados do Localiza SUS, consultado na 3ª feira (13.jul.2021), e a estimativa populacional em cada faixa etária para o ano de 2021 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No Brasil, são 31 milhões de idosos e 182 milhões de pessoas com menos de 60 anos.

Fonte: Poder360

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5 meses ago Notícias

Rondônia não registra nenhuma morte por Covid a 2(dois), conforme boletim Sesau

Rondônia não registrou nenhuma morte por Covid-19 neste domingo (11), segundo o boletim divulgado pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e Secretaria de Saúde (Sesau) no início da noite.

Esta é a primeira vez no ano que o boletim diário de óbitos por Covid, da Sesau, apareceu zerado. Ou seja, nenhuma morte foi registrada no sistema desde o sábado (10).

Ao todo, desde o começo da pandemia, Rondônia tem 6.267 mortes decorrentes do coronavírus.

No boletim deste domingo também foi informado que o estado contabilizou 35 novos casos de Covid nas últimas 24 horas, totalizando 252.075 pessoas que já tiveram ou ainda estão com com a doença desde março do ano passado (início da pandemia).

De acordo com dados do governo, o estado também tem neste domingo:

  • 6.267 casos ativos da doença
  • 239.575 pacientes recuperados
  • 296 pacientes internados nos hospitais do estado; nenhum esperando leitos de UTI
  • 398 testes aguardando resultados do Lacen

Vacinação

Ainda conforme o governo, 572.684 pessoas tomaram a 1ª dose da vacina contra Covid em Rondônia e 182.304 também tomaram a 2ª.

Fonte: G1 Rondônia

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5 meses ago Notícias

Vacinação no Brasil bate recorde com 3,3 milhões de doses registradas em 24 horas

Brasil registrou recorde na divulgação de vacinas em 24 horas. De ontem para hoje, foram 3.391.427 doses divulgadas, somando a primeira, a segunda e a dose única. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta quarta-feira (7), foram 2.390.026 imunizantes aplicados na primeira dose, 613.387 na segunda e 388.014 na dose única.

O resultado foi impulsionado pelo Rio de Janeiro, que divulgou dados acumulados da vacinação no estado após 7 dias. De acordo com a secretaria de Saúde, o motivo de não ter divulgado foi por conta de uma atualização de sistema. Foram 1.353.389 primeiras doses divulgadas, 406.298 segundas doses e 70.038 doses únicas divulgadas hoje.

Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados somam 13,60%. São 28.796.690 de pessoas vacinadas — 27.295.665 da segunda dose e 1.501.025 da dose única, da Janssen.

primeira dose foi aplicada em 80.864.685 pessoas, o que corresponde a 38,19% da população.

Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 109.661.375 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.

Três estados ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. São Mato Grosso, Rondônia e Amapá.

  • Mato Grosso: 9,92%
  • Rondônia: 9,79%
  • Amapá: 8,50%

Mato Grosso do Sul é o estado com mais imunizados, com 24,06% de sua população que recebeu as duas doses ou a dose única. Na sequência vem o Rio Grande do Sul, com 18,13%.

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL.

Fonte: G1

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5 meses ago Notícias

Número de mortos por Covid-19 cai pelo 2º mês seguido

Depois de a pandemia de Covid-19 atingir um de seus piores momentos no Brasil, dados do Ministério da Saúde revelam que o número de mortes pela doença teve uma queda nos últimos dois meses. Em junho, 18 estados registraram queda nas mortes.

Em janeiro, o país registou quase 30 mil mortes por conta da Covid-19; em fevereiro, o número superou o do começo do ano e em março houve uma aceleração. Com isso, o Brasil registrou mais de 66 mil mortes por Covid-19. Em abril, o número continuou crescendo e houve um aumento para mais 82 mil mortes. Em maio, após a adoção de medidas mais restritivas, o país registrou uma queda e foi para 59 mil mortes. Em junho, o número caiu para 55 mil.

Em termos percentuais, o número de mortes pela doença aumentou 3% de janeiro para fevereiro; quase 120% de fevereiro para março; cerca de 24% de março para abril até chegar ao período em que a curva começou a cair. De abril para maio, a redução foi de 28% e de maio para junho, a redução foi de aproximadamente 6%.

Entre os dois últimos meses analisados, sete estados e o Distrito Federal registraram uma queda nas mortes e em seis estados, entre eles São Paulo, os indicadores mostraram que houve uma alta.

De acordo com a Info Tracker, platadorma desenvolvida pela USP (Universidade de São Paulo) e UNESP (Universidade Estadual Paulista), a taxa de contágio no Brasil está em 1,22%.

Patamar ainda alto

Embora o Ministério da Saúde aponte para uma queda nos óbitos, o Brasil registrou neste domingo (4) 830 mortes e 27.783 novos casos de Covid-19, segundo dados divulgados pela pasta, referentes às últimas 24 horas. Com a atualização, o país passou a ter 524.417 mortes e 18.769.808 de infectados pelo novo coronavírus.

Os números da pandemia levam o Brasil a recordes mundiais em relação à doença. O país é o segundo no mundo em número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Já em número de contaminações, o Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Em âmbito nacional, seis estados brasileiros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de contaminações: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina.

O Rio de Janeiro não lista entre os estados com mais de 1 milhão de casos, entretanto, é o segundo estado com mais mortes pela doença, com 56.031, atrás apenas de São Paulo, que soma 129.609 mortes.

Avanço na vacinação

Até o sábado (3), o país tinha aplicado um total 104 milhões de doses do imunizante: 71,9 milhões foram utilizadas como primeira dose, outras 24,4 milhões correspondem à segunda dose (que engloba AstraZeneca, Coronavac e Pfizer) e menos de 800 mil pessoas tomaram a vacina da Janssen, que é aplicada em dose única.

Para vacinar toda a população acima de 18 anos, são necessários, pelo menos, três vezes mais do que já foi aplicado até o momento. Só que, de acordo com o IBGE, há 160 milhões de brasileiros acima de 18 anos – ou seja, o país precisa de aproximadamente 330 milhões de doses para imunizar toda a população adulta.

Se os laboratórios cumprirem os prazos acordados com o Ministério da Saúde, que contratou 632,5 milhões de doses, em dezembro pode haver uma sobra de mais de 300 milhões de doses.

Até lá, talvez seja preciso vacinar os adolescentes entre 12 e 18 anos, provavelmente dar uma dose de reforço a idosos e profissionais de saúde ou guardar para 2022.

Fonte: CNN Brasil

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5 meses ago Notícias

Brasil é o 3º no mundo que mais vacina contra Covid-19 por dia em doses totais

O Brasil é o 3º país no planeta a aplicar mais vacinas anticovid por dia em números absolutos. Na última semana, o país injetou, na média, 1,41 milhão de doses diariamente na sua população. Neste critério, China (18,69 milhões) e Índia (4,21 milhões) lideram o ranking.

No cálculo proporcional, ou seja, na relação por 100 habitantes, porém, Brasil é o 45º colocado, com 0,66 injeção aplicada, em média, por dia, no espaço de uma semana.

A Ilha de Nauru e a Islândia são os líderes do ranking mundial, vacinando por dia 2,1 e 2,04 pessoas a cada 100 habitantes em um intervalo uma semana.

Os dados foram reunidos no início da tarde deste domingo (4) pelo R7 com base no Our World in Data, plataforma alimentada por pesquisadores da Universidade de Oxford, do Reino Unido.

 

Fonte: Correio do Povo

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5 meses ago Notícias

Cerca de 60% desconhecem vacinação ampliada para doenças crônicas

Seis em cada dez brasileiros não sabem que pessoas com doenças crônicas têm calendários de vacinação ampliados e com indicações específicas, e 76% nunca ouviram falar dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), onde esses imunizantes são disponibilizados gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os dados fazem parte de um estudo encomendo pela empresa farmacêutica Pfizer divulgado hoje (22) e aponta que nem os profissionais de saúde têm dado atenção ao tema: 68% daqueles que têm alguma doença crônica afirmam nunca ter recebido orientação profissional para procurar a vacinação.

A pesquisa foi feita pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) com 2 mil pessoas na cidade de São Paulo e nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba.

Entre os principais dados levantados está o de que apenas 30% dos pacientes em tratamento de doenças crônicas receberam recomendação médica para se vacinar. Para 3%, a recomendação veio de outro profissional de saúde, e 10% obtiveram a informação por meio da imprensa ou das redes sociais. Com isso, a maioria dos entrevistados (58%) nunca obteve a informação de que deveria procurar um CRIE para imunização.

Isabela Ballalai,vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)

Isabela Ballalai,vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – Reprodução YouTube/SBIm

A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, avalia que falta na formação de muitos médicos e profissionais de saúde informações sobre as vacinas e os calendários disponíveis

Sem estar capacitados, eles não recomendam as doses necessárias a seus pacientes. Ela exemplifica que pessoas com HIV, que são acompanhadas por infectologistas, recebem essa recomendação com mais frequência, já que a especialidade de seus médicos tem mais familiaridade com a imunização. Já entre os cardiopatas, acompanhados por cardiologistas, a recomendação é menos comum.

“Orientar o paciente cabe, sim, ao médico. O médico tem uma importância fundamental nisso, mas também os profissionais que estão na ponta e, principalmente, quem está nas unidades básicas de saúde.” A SBIm disponibiliza, na internet, calendários com vacinas recomendadas para pacientes com doenças crônicas.

Isabela Ballalai citou uma pesquisa do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) que aponta que o médico é a principal influência positiva para a imunização: quando o paciente não está informado sobre a vacina, mas recebe recomendação médica, a chance de se vacinar chega a 70%. Já quando ele está interessado e não recebe a recomendação, esse percentual cai para 8%. Quando ambos têm postura positiva, as chances sobem para 90%.

Risco aumentado

Vacinação contra a covid-19

Viver com doenças crônicas como o diabetes, a hipertensão ou o câncer eleva o risco de o paciente ter um quadro severo de doenças infecciosas e preveníveis por vacinas – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Um dos motivos que levam os profissionais de saúde a recomendarem calendários especiais de vacinação para pessoas com doenças crônicas se tornou mais popular com a pandemia de covid-19: a situação de comorbidade. Viver com doenças como diabetes, hipertensão ou câncer eleva o risco de ter um quadro severo de doenças infecciosas e preveníveis por vacinas.

A vice-presidente da SBIm afirma que o risco de desenvolver um caso grave de doença pneumocócica em uma pessoa que tem diabetes chega a ser 5,8 vezes maior do que em uma pessoa sem doenças crônicas.

Infectologista e médica do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) em Vitória, Ana Paulo Burian explica que, além de alguns quadros de saúde apresentarem risco aumentado, há vacinas que são recomendadas para familiares da pessoa com situações especiais de saúde e casos em que o número de doses muda para obter maior efetividade da vacina. Em alguns casos, como nos pacientes reumatológicos, não são as doenças que levam à necessidade de uma vacinação especial, mas o uso de medicamentos imunossupressores no tratamento.

O SUS é igualdade. Oferece tudo igual para todo mundo. Mas a gente sabe que tem pessoas que precisam de mais proteção, então, essa é a ideia dos CRIEs”, explica Ana Paula Burian, que acrescenta que a vacinação precisa ser uma questão de saúde para toda a família.

“Existem vacinas que são ofertadas nos CRIE especificamente para a família. E o raciocínio é o seguinte: se eu não posso, no imunodeprimido, fazer uma vacina viva [como a da febre amarela], eu tenho que vacinar quem mora com ele. A família precisa se vacinar junto com o paciente.”

A infectologista avalia que a pandemia de covid-19 fez com que mais doentes crônicos reconhecessem que precisam ser vacinados porque suas doenças podem ser comorbidades. Segundo ela, é preciso aproveitar essa consciência e expandir o raciocínio para outras vacinas.

A pesquisa divulgada hoje aponta que parte importante dos entrevistados desconhece que ter uma doença crônica caracteriza ser grupo de risco para doenças infecciosas. O percentual passa de um terço para uma série de doenças, como diabetes (34%), doenças cardíacas (34%) e HIV (40%).

Desigualdade no acesso à saúde

Diretora médica da Pfizer, Márjorie Dulcine chama atenção ainda para o possível impacto da desigualdade na falta de informação sobre saúde. Segundo a pesquisa, na classe A, 52% dos entrevistados disseram ter uma doença crônica, enquanto na classe C, somente 31% fizeram a mesma afirmação.

Isso nos traz um grande ponto de interrogação. A questão aqui, muito provavelmente, é a falha de diagnóstico por conta de menor acesso à saúde”, avalia a médica, que ressalta que as doenças crônicas, em algum momento, farão parte da vida da maioria da população.

“Com o envelhecimento, é claro que a maior parte da população vai ter algum tipo de doença crônica.”

Campanha

Para enfrentar a desinformação sobre os CRIEs e ampliar o conhecimento sobre os calendários especiais de vacinação, a Pfizer e a SBIm vão lançar a campanha CRIE Mais Proteção.

A iniciativa terá início com a projeção, hoje à noite no Cristo Redentor, de pessoas do grupo de risco que são porta-vozes da campanha, simbolizando que eles estão recebendo um abraço.

A partir do dia dia 29, também será disponibilizado o site Crie Mais Proteção, que terá informações sobre a vacinação dos pacientes especiais, a relação dos grupos de risco e o fluxo de atendimento nos CRIE.

Fonte: Agencia Brasil

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