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Monthly Archives: setembro 2021

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3 meses ago Notícias

Ministério da Saúde recomenda suspender vacinação em adolescentes

Entre as justificativas, a pasta ressaltou que a Organização Mundial de Saúde não indica a imunização para pessoas entre 12 e 17 anos.

O Ministério da Saúde (MS) publicou uma nota informativa em que recomenda a suspensão da vacinação contra a covid-19 de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidade ou deficiência permanente. O documento foi elaborado ontem à noite, quarta-feira 15, e assinado pela Secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid, Rosana Leite de Melo. As informações são da rádio CBN.

Assim, a nova recomendação do MS para essa faixa etária fica restrita a três perfis:

• adolescentes com deficiência permanente

• adolescentes com comorbidades

• e adolescentes privados de liberdade.

O MS voltou atrás, contrariando uma outra nota em que recomendava a vacinação para adolescentes. Para justificar a nova orientação, a pasta ressaltou que a Organização Mundial de Saúde não recomenda a imunização de crianças e adolescentes, com ou sem comorbidades. Ainda, “a maioria dos adolescentes sem comorbidades acometidos pela covid-19 apresentam evolução benigna, apresentando-se assintomáticos ou com o poucos sintomas”.

“Os benefícios da vacinação para os adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”, informa a nota.

Custo x benefício

Para o médico clínico geral e doutor em imunologia Roberto Zeballos, a vacinação em menores de 18 anos não se justifica. “O ponto é que a letalidade da covid-19 já é baixíssima em pessoas com menos de 50 anos. Para quem é menor de 18 anos, então, são tão poucas as mortes que não vale a pena correr o risco de tomar a vacina e ter um efeito adverso grave. A questão é matemática, custo-benefício.”

O médico infectologista Francisco Cardoso também não concorda com a vacinação contra a covid-19 de crianças e adolescentes. Ele afirma que essa faixa etária não é alvo da doença e são raros os casos de menores de 18 anos que sofrem com a covid na forma grave. Quando isso ocorre, é geralmente em razão de doenças como obesidade mórbida, cardiopatias e síndromes genéticas. “Estudos com crianças e adolescentes são escassos, não são bem controlados e não demonstram a eficiência da vacina em reduzir doença e morte nessa população”, afirma Cardoso.

Conforme Oeste noticiou, a jovem italiana Giulia Lucenti, de 16 anos, sofreu um infarto e morreu 16 horas após tomar a segunda dose da vacina da Pfizer. O caso está sob investigação.

Fonte: Revista Oeste

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3 meses ago Notícias

Diretor-geral da OMS e ministro falam em aumentar produção de vacina

O diretor-geral da Organização Mundia da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus e o ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, , reuniram-se neste domingo (5) e conversaram sobre o aumento da produção e compartilhamento da vacina covid-19 no Brasil e na América Latina. 

Em suas redes sociais, Tedros disse que as duas autoridades também trataram de assuntos como a variante Delta, a necessidade de controlar a transmissão e a condição pós-covid-19, conforme relatou na postagem.

Segundo o diretor da OMS, ele e Queiroga concordaram sobre a necessidade de apoiar as mulheres nas profissões da saúde.

Em suas redes sociais, o ministro da Saúde brasileiro agradeceu ao presidente da OMS pelo encontro produtivo. “Tive o prazer de compartilhar com você o sucesso do programa brasileiro de vacinação contra a covid-19 e a expansão de nossa capacidade de produção local!”

Nota divulgada pelo Ministério da Saúde informou que o encontro ocorreu na manhã deste domingo, em Roma, após a abertura da reunião com os ministros da Saúde do G20.

De acordo com informações da pasta, Tedros Adhanom apresentou a Queiroga o panorama de discussões a respeito de eventual instrumento internacional sobre pandemias e pediu o apoio brasileiro ao projeto. O ministro brasileiro reconheceu a importância da iniciativa e do fortalecimento dos sistemas de saúde nacionais como medida para melhor prevenção, prontidão e resposta para qualquer emergência sanitária.

“Gostaríamos de sugerir a criação de um Grupo de Trabalho no âmbito da OMS para auxiliar os Estados na preparação dos sistemas nacionais de saúde ao cenário pós-Covid. A OMS poderia contribuir por meio de sugestão protocolos de tratamento e diagnóstico para pacientes e por meio do compartilhamento de experiências de centros de referência de reabilitação”, sugeriu o ministro, segundo nota do ministério.

 

Fonte: Agência Brasil

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